A 4GRID assessora empresas em temas complexos e inovadores, especialmente nos setores de infraestrutura e novas tecnologias de informações e comunicações (TICs), há mais de dez anos.
A Telefônica Vivo começou a vender no país a plataforma Vivo M2M Control Center. A solução será fornecida em parceria com a Jasper, desenvolvedora de tecnologia para Internet das Coisas (IoT). Com o lançamento, a operadora espera ampliar a participação no fornecimento para os setores de utilities, automotivo, segurança, saúde, eletrônicos e smartcities.
A plataforma oferece controle em tempo real e a visualização dos dispositivos conectados. Segundo as empresas, o sistema usa um cartão SIM global, compatível com todas as redes móveis do mundo. Esses chips globais estão disponíveis nas versões normal, robusto (com alta capacidade de resistência) e soldado.
Parceria com Alcatel-Lucent Já o grupo Telefónica, que controla da Vivo no Brasil, anunciou também uma parceria com a Alactel-Lucent. Juntas, as empresas vão testar tecnologias de virtualização de funções de rede. Desde 2014 a Telefónica usa a plataforma Cloudband, na Alcatel-Lucent, para NFV e orquestração de recursos de rede.
Com o novo acordo, as empresas vão pesquisar de que forma as redes devem ser alteradas para atender as demandas futuras por M2M e o volume gerado pela internet das coisas. (Com assessoria de imprensa)
La Comisión de Regulación de Comunicaciones (CRC) de Colombia extendió el plazo para remitir propuestas al proyecto “Revisión marco regulatorio para la Operación Móvil Virtual y otras operaciones mayoristas”.
La consulta pública, que debía concluir el pasado tres de julio, cerrará finalmente el próximo 17 de julio. La iniciativa busca revisar el marco regulatorio vigente con el fin de facilitar la prestación de servicios bajo esta modalidad.
A la fecha, Colombia cuenta con tres MVNOs —Virgin Mobile, Uff Móvil y Éxito— y podrían sumarse dos más, en caso de confirmarse los desembarcos de la compañía chilena Simple y la española Pepephone.
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Em parceria com a fornecedora Jasper, a Telefônica/Vivo lançou no Brasil nesta quarta-feira, 8, uma plataforma para Internet das Coisas (IoT), o Vivo M2M Control Center. A ideia é permitir lançamentos, gerenciamento e rentabilização de negócios de IoT baseados em qualquer lugar do mundo para empresas brasileiras de setores como utilities, automotivo, segurança, saúde, eletrônicos e smart cities. Para tanto, o centro de controle viabiliza a utilização do chip global para dados, voz e SMS, o SIMcard global, permitindo também a migração de configurações originais de SIMcard internacionais.
Provedores de serviços, fabricantes e operadoras de telecom se uniram pelo 5G. Eles ficarão a frente do desenvolvimento de uma nova interface aérea abaixo de 6 GHz para redes 5G. O projeto, batizado de, “FANTASTIC-5G” (um acrônimo, em inglês, de Interface aérea flexível para a prestação de serviços escaláveis nas redes de comunicação sem fio da 5ª geração) tem foco no aumento da capacidade e flexibilidade, além da melhoria de eficiência energética da próxima geração de redes móveis.
As futuras redes móveis precisam se tornar ainda mais flexíveis e eficientes do que as redes 4G, 3G e 2G, a fim de lidar com as crescentes demandas impostas sobre elas. À medida que os smartphones e tablets se tornam mais diversificados e a Internet das Coisas traz consigo um enorme aumento na quantidade de tráfego relacionado aos sensores, é necessário que a rede 5G tenha uma nova interface aérea – que conecte o dispositivo de um usuário à rede móvel e que defina a forma como as informações são transmitidas para - e do - dispositivo.
O objetivo do projeto FANTASTIC-5G, que tem duração de dois anos, é desenvolver uma nova interface aérea com vários serviços para a rede 5G que opere abaixo da frequência de 6 GHz e que seja:
Altamente flexível, para oferecer suporte a diferentes tipos de tráfego de dados; Escalável, para oferecer suporte a um número cada vez maior de dispositivos em rede; Versátil, para oferecer suporte a tipos de dispositivos e características de tráfego/transmissão diversificados; Eficiente no uso de energia e recursos, para fazer um melhor uso do espectro disponível; Resistente ao futuro, que permita upgrades fáceis a futuras versões de software.
O FANTASTIC-5G recebeu um financiamento de 8 milhões de Euros da Comissão Europeia no âmbito da iniciativa “Horizon 2020” da UE, com o intuito de promover uma Europa digital.
Os membros do FANTASTIC-5G incluem provedores de serviços (Orange e Telecom Italia), fornecedores de componentes e infraestrutura (Alcatel-Lucent, Huawei, Intel, Nokia, Samsung, Sequans Communications e Wings ICT Solutions), universidades (Aalborg University, Politecnico di Bari, Institut Mines-Telecom/Telecom Bretagne e University of Bremen) e institutos de pesquisa (Centre Tecnològic de Telecomunicacions de Catalunya [CTTC], Commissariat à l’Energie Atomique et aux Energies Alternatives – Laboratoire d’électronique et de technologie de l’information [CEA-Leti] e Fraunhofer Heinrich Hertz Institut [HHI]) da Europa.
Empresa aposta no potencial de crescimento do mercado de eficiência energético e quer facturar 100 milhões de reais, até 2020.
Um ano após a criação da EDP Grid, braço do grupo EDP para a área dos serviços de energia no Brasil, há um novo reforço neste segmento através da aquisição da APS - Soluções em Energia, uma empresa do Rio Grande do Sul.
O negócio, que representou um investimento de 27,2 milhões de reais (cerca de oito milhões de euros), permitirá à empresa portuguesa ganhar músculo num mercado onde se prevê, até 2018, uma movimentação de 3,4 mil milhões de reais (cerca de 974 milhões de euros), quase o dobro do valor actual. Quem o garante é o presidente da EDP Energias do Brasil, Miguel Setas.
A própria EDP Energias do Brasil refere que a EDP Grid facturou, logo no primeiro ano, 8,4 milhões de reais (2,4 milhões de euros), admitindo como meta alcançar 100 milhões de reais (28,6 milhões de euros), no final da década.
Com uma procura crescente de energia, a EDP quer aliar a sua experiência no mercado eléctrico com a experiência da APS para, num futuro breve, consolidar o segmento da eficiência energética, afirma ainda o gestor.
A actual conjuntura brasileira contribui igualmente para o potencial desta área de negócio, traçado por várias consultoras.
A braços com uma seca prolongada que impõe uma gestão mais racional dos consumos, os consumidores defrontaram-se, este ano, com um aumento das tarifas de energia, que chegou a atingir os 50% para clientes com tarifas reguladas.
Do lado das empresas assiste-se também a um aumento da procura de serviços relacionados com a racionalização do uso de electricidade, como factor de reforço da competitividade. Além disto, a legislação passou a impor às distribuidoras de energia a reserva de 0,5% das receitas operacionais para programas de eficiência energética.
Com o lançamento da EDP Grid, o grupo português, além de projectos de eficiência energética, passou a disponibilizar aos clientes obras de infra-estrutura, produção de energia fotovoltaica distribuída e disseminação do conceito de redes eléctricas inteligentes.
Presente na produção e distribuição de energia eléctrica no Brasil, há quase duas décadas, a EDP tem gradualmente diversificado o seu raio de acção dentro do sector energético. É o caso da comercialização de energia, cuja empresa foi constituída e que se posiciona já como a terceira maior operadora do país, actuando no regime de preços livres.
Um crescimento assente numa estratégia que abrange o fornecimento de serviços de energia, como forma de fidelização dos clientes. Um modelo que importou de Portugal.
A braços com uma seca prolongada que impõe uma gestão mais racional dos consumos, os consumidores defrontaram-se, este ano, com um aumento das tarifas de energia, que chegou a atingir os 50% para clientes com tarifas reguladas.
Do lado das empresas assiste-se também a um aumento da procura de serviços relacionados com a racionalização do uso de electricidade, como factor de reforço da competitividade. Além disto, a legislação passou a impor às distribuidoras de energia a reserva de 0,5% das receitas operacionais para programas de eficiência energética.
Com o lançamento da EDP Grid, o grupo português, além de projectos de eficiência energética, passou a disponibilizar aos clientes obras de infra-estrutura, produção de energia fotovoltaica distribuída e disseminação do conceito de redes eléctricas inteligentes.
Presente na produção e distribuição de energia eléctrica no Brasil, há quase duas décadas, a EDP tem gradualmente diversificado o seu raio de acção dentro do sector energético. É o caso da comercialização de energia, cuja empresa foi constituída e que se posiciona já como a terceira maior operadora do país, actuando no regime de preços livres.
Um crescimento assente numa estratégia que abrange o fornecimento de serviços de energia, como forma de fidelização dos clientes. Um modelo que importou de Portugal.
O aplicativo de caronas Uber, que viabiliza corridas particulares unindo motoristas autônomos e passageiros, vai suspender o serviço UberPOP, modalidade de baixo custo oferecida pela empresa, na França, anunciou a companhia norte-americana nesta sexta-feira, 3, após enfrentar protestos violentos e autoridades locais denunciarem o aplicativo como um serviço ilegal de táxi.
Após fortes protestos na semana passada de motoristas de táxi registrados que argumentam que o Uber ameaça seus empregos com concorrência desleal, a França colocou sob custódia dois executivos do Uber e disse que eles irão a julgamento em setembro.
Em maio, um tribunal italiano proibiu serviços de compartilhamento de carros não licenciados, dois meses depois que um tribunal na Alemanha emitiu uma decisão similar e impôs multas duras por violações de leis de transporte locais.
"Decidimos suspender o UberPOP na França à partir das 15h (horário de Brasília) desta sexta-feira, em primeiro lugar para assegurar a segurança de motoristas do Uber", disse o chefe do Uber na França, Thibaud Simphal, segundo o jornal Le Monde, acrescentando que alguns condutores foram alvo de violência.
"O segundo motivo é que queremos criar um espírito de reconciliação e diálogo com as autoridades públicas para mostrar que estamos agindo responsavelmente", disse ele.
Em meio a confusões e protestos, uma pergunta sempre fica: por que o caminho da inovação é sempre complicado?
Uber, o aplicativo de “caronas pagas” é bom em duas coisas: transportar pessoas e gerar polêmicas. Em pouco mais de 6 anos de funcionamento, a empresa já está presente em centenas de cidades espalhadas por dezenas de países. Mas para cada sucesso, vem um embate: somente nas duas últimas semanas, o aplicativo enfrentou protestos violentos em Paris (que incluíram carros incendiados), prisão de dois executivos e uma derrota preliminar imposta pela Câmara dos Vereadores de São Paulo ontem, 30 de Junho. Mas por quê o caminho da inovação é sempre complicado? Por que tanto receio?
O Uber não é um exemplo isolado. iPod, livros eletrônicos, streamings de música e filmes, drones, Airbnb. Mais antigamente, até mesmo DVD’s e fitas-cassete tiveram pesadas críticas, sempre capitaneadas por grupos com interesses muito específicos em manter as situações do jeito que sempre foram. O problema é que esses interesses não refletem, necessariamente, a opinião pública e o benefício coletivo. São minorias que têm receio de perderem mercado para novos competidores. No caso do Uber, as críticas mais pesadas vêm de taxistas e sindicatos.
Claro que não é possível generalizar. Existem vários taxistas que são favoráveis ao Uber por este forçar uma reeducação da classe, fazendo com que táxis criem novas formas para cativar seu público. As principais reivindicações deles também não são infundadas: os motoristas do Uber realmente não estão sujeitos às mesmas taxas e impostos que taxistas regulares. A questão é que a falta de regulamentação não significa ilicitude.No afã político de atender pressões de certos grupos, pulamos uma etapa fundamental no desenvolvimento e implementação de qualquer inovação: o debate e a análise do elemento disruptivo. É muito improvável que não haja um meio-termo entre motoristas de táxi e particulares, que possa culminar em um mercado regulamentado e atrativo aos usuários e ambas as partes. Só que para se atingir esse meio-termo, é necessário que as empresas e grupos estejam abertos à inovação e dispostas a rever seus processos e práticas.
Um exemplo histórico: durante os meses que precederam a inauguração do iTunes e os anos subsequentes, gravadoras e produtoras lutaram fortemente contra o modelo de venda de músicas online, defendendo um produto que já estava com seus dias contados há muito tempo: o CD. Se a Sony, uma das empresas mais vocais na luta contra a distribuição de música online, examinasse não só o seu modelo de negócios, mas a direção que o mercado estava tomando, poderia ter tomado a decisão de inaugurar sua loja online e fechar acordos com outras distribuidoras muito mais rapidamente, lucrando muito mais no período.
E o mercado já mostra evidências mais do que claras de acomodação às iniciativas de economia compartilhada. O Uber e o Airbnb são as duas startups mais valiosas dos Estados Unidos, com uma avaliação conjunta de mais de 70 bilhões de dólares. E essas empresas são apenas dois exemplos em um oceano de opções e projetos focados na economia compartilhada, modelo que prevê a movimentação de mais de 100 bilhões de dólares na economia americana nos próximos três anos. No Brasil, mais de 30% dos celulares já são smartphones e no primeiro trimestre de 2015, 93% de todas as vendas de aparelhos móveis foram de smartphones, evidenciando que essas empresas começarão a ser muito mais presentes na vida dos brasileiros nos próximos anos.
Em uma cidade como São Paulo, com mais de 11 milhões de habitantes, iniciativas como o Uber são essenciais para ajudar a reduzir o número de carros nas ruas e, assim, diminuir o trânsito na cidade, contribuindo para a mobilidade urbana. Essa é uma consequência que é do interesse não só dos usuários do aplicativo, mas de todos os cidadão. Resta agora acompanhar o processo de proibição de funcionamento do Uber e torcer para que a plataforma não seja impedida de funcionar, abrindo espaço para o diálogo e uma regulamentação que seja interessante para todas as partes envolvidas. Se tem uma lição que a história ensinou até agora é que quando uma inovação é adotada e bem-vinda pelo público, dificilmente sua existência será barrada.