quarta-feira, 6 de julho de 2016

BNDES estimula IoT


Meta do BNDES e MCTIC é que a iniciativa comece a ser implementada no segundo semestre de 2017, com validade até 2022

06 de Julho de 2016 

Ricardo Rivera, gerente setorial das indústrias de tecnologia da informação do BNDES, anunciou durante a Rio Info 2016 que 29 propostas foram entregues para a contratação da consultoria que vai desenhar o plano de ação nacional para Internet das Coisas, a ser conduzido pelo banco estatal e pelo MCTIC. Segundo ele, na próxima semana serão conhecidas as cinco finalistas e até o final de julho será revelada a empresa vencedora.
A expectativa é que a pesquisa sobre o tema aconteça de outubro até o final de dezembro. A meta, explicou o executivo, é que no segundo semestre de 2017, o plano nacional de IoT comece a ser implantado.“O levantamento vai fazer um estudo completo do mercado, mas terá recursos para uma implantação imediata. A intenção é remover as principais barreiras para Internet das Coisas”, sustentou.


O plano terá com validade de 2017 a 2022. “O modelo terá recurso para garantir a implantação. Ele não será um estudo sem medidas práticas”, detalhou Rivera, ao afirmar que um ponto central do estudo BNDES/MCTIC é obrigar o monitoramento das ações.
“Queremos que a política seja implantada. Isso é crucial para o Brasil ter um lugar nesse mercado”, afirmou. O levantamento terá pontos voltados às questões regulatórias, as melhores práticas de financiamento e o compartilhamento de informações. “Há ações de IoT acontecendo no mundo. Precisamos dividir conhecimento. Há muitas oportunidades de negócios, mas temos que estruturar quais são as competências do Brasil”, completou.
A Internet das Coisas desperta muito interesse das empresas. Em contrapartida, muitas dúvidas rondam os executivos. “Precisamos entender se o que estamos fazendo é realmente Internet das Coisas. Se não corremos o risco de fazer investimentos que ser perderão”, observou Gabriel Antônio Mourão, consultor de novas tecnologias da Perception. Ele afirmou que este é o momento ideal para investir em IoT. “Temos que aproveitar ao máximo esse momento”, comentou.
“A IoT já agrega diferentes tecnologias, como cloud computing e big data, e precisa se preparar para as novas que vão surgir. É preciso ainda encontrar novas soluções sobre questões importantes como segurança, privacidade ou volume de dados nas comunicações. A aplicabilidade e compatibilidade entre diferentes plataformas também precisa ser pensada”, ponderou o executivo.
Para Fabio Porto, professor e pesquisados do Laboratório Nacional de Computação Cientifica (LNCC), que tem desenvolvido vários projetos em parceria com instituições e empresas para aplicação de IoT com uso de dados captados por sensores, para desenvolver sistemas é preciso entender bem a estrutura e característica dos dados a serem avaliados e da aplicação que se pretende construir. “Cada tipo de dado, sejam eles de séries temporais, comprimidos, criptografados, preciso ou impreciso, tem uma interpretação diferente”, indicou.
Um dos projetos desenvolvidos pelo laboratório de pesquisa é o SAHA, de acompanhamento do desempenho de atletas de alto rendimento a partir do monitoramento de dados em diferentes áreas, como nutrição e bioquímica. “A IoT é a próxima grande onda. E três pontos chave são mais relevantes para se pensar neste momento: variedade, velocidade e veracidade”, definiu.



sábado, 2 de julho de 2016

Nova onda de MVNOs na América Latina pode aumentar a carga nas redes celulares

Terça, 28 Junho 2016 15:04

  • Fonte/Autor por:  Mariana Guedes
  • Publicado em Info & Ti:


Para preservar o funcionamento adequado dos serviços de telecomunicações para a população, é necessário que os incentivos para as MVNOs sejam acompanhados por políticas claras para a alocação de espectro radioelétrico para empresas com capacidade e interesse em investir em infraestrutura

O modelo de negócios das Operadoras Móveis Virtuais (MVNO) está, novamente, passando por um momento de grande interesse da região, graças aos diversos fatores em destaque, em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru, entre outros. Considera-se Operadora Móvel Virtual aquela empresa que oferece serviços móveis aos seus clientes, no entanto não conta necessariamente com infraestrutura de rede própria e nem com licença para exploração de espectro radioelétrico, e por isso, alugam capacidades das operadoras móveis com rede própria (denominadas, em inglês, MNO – Mobile Network Operator).
“Recentemente pode-se observar uma nova onda de interesse neste modelo, em parte como uma tentativa dos governos em aumentar a concorrência do setor. Sobretudo, frente ao crescente número de leilões de espectro, onde os blocos reservados para novas operadoras ficam desertos ou são fornecidos para empresas que não possuem capital financeiro suficiente para lançar serviços comerciais MNO no curto prazo”, disse José Otero, Diretor da 5G Americas para a América Latina e Caribe.
Estudos de diversas consultorias estimam que o mercado global de MVNO faturará entre U$ 70 – 90 bilhões em 2023. A consultoria de inteligência Ovum, por exemplo, estima que alcançará U$ 45 bilhões em 2019. No entanto, não podemos deixar de lembrar que a importância das MVNOs na indústria de telecomunicações no mundo é relativa. De acordo com a Ovum, a média de participação de mercado das operadoras móveis virtuais em todo o mundo é, somente, de 3%.
Contudo, não devemos perder de vista que as MVNOs podem oferecer serviços somente em áreas onde já existe infraestrutura de rede de outras operadoras (MNO) que podem, por sua vez, alugar capacidade. Em outras palavras, a existência de operadoras móveis virtuais não implica em um avanço em termos de cobertura de serviço. E, por outro lado, ao agregar tráfego na infraestrutura das operadoras móveis existentes, tornam mais complexas as administrações das redes para as operadoras, podendo, inclusive, gerar situações de saturação das redes.
“Para preservar o correto desempenho e inovação dos serviços móveis oferecidos no mercado, é preciso que o incentivo às MVNOs seja acompanhado por políticas claras e um cronograma definido para a alocação de frequências de espectro radioelétrico às operadoras de rede, como também processos simplificados para facilitar a implantação de antenas e torres”, acrescentou Otero.

sábado, 25 de junho de 2016

Nova MVNO usará marketing multinível

Baggetem Júlia Merker // sexta, 24/06/2016 13:32
Entrará em operação no Brasil até o final do ano a Veek, uma nova operadora móvel virtual (MVNO) focada especialmente em jovens da classe C. 
A Veek, nova operadora móvel virtual, será focada especialmente em jovens. Foto: Pexels.
A proposta da empresa, segundo o MobileTime, é oferecer tarifa única para o minuto de voz (sendo em ligações para móvel ou fixo, local ou de longa distância), assim como uma tarifa única por megabyte trafegado e outra por SMS enviado. 
Outra característica que distingue a Veek das demais operadoras é a adoção do modelo de marketing multinível. Sendo assim, os usuários que convidarem outros clientes serão remunerados. Cada novo assinante adquirido via web gera R$ 5 para o usuário que convidou. 
Há também a possibilidade de se comprar um kit com dez SIMcards ao preço de R$ 100, que podem ser revendidos a R$ 20 cada, gerando um lucro de R$ 10 por assinante conquistado.
Além disso, o recrutador receberá 2,5% do valor de cada recarga feita pelos seus convidados diretos, mais 1% de cada recarga feita pelos convidados dos seus convidados, e outro 1% no nível seguinte. 
A empresa só atuará com planos pré-pagos. Para os usuários acompanharem o consumo e solicitarem atendimento, a empresa contará com um aplicativo móvel para Android e iOS.
O plano da Veek é disponibilizar uma calculadora para as pessoas compararem os preços dos serviços oferecidos pela empresa com as de operadoras tradiconais. Ao informar o quanto consumiu em minutos, megabytes e mensagens de texto no último mês com sua operadora, o usuários saberá quanto teria gasto na Veek. 
"Em 80% das vezes será mais barato na Veek", garante Alberto Blanco, criador da Veek, em entrevista ao MobileTime.
A meta da empresa é conquistar uma receita média por usuário de R$ 40 ao mês.
A Veek usará a rede da TIM, mas não tem contrato direto com a operadora, e sim com a Surf Telecom, uma MVNE (mobile virtual network enabler). A Surf Telecom fornecerá o core da rede e o sistema de billing para a Veek.
O fundador da Veek foi o primeiro diretor de marketing da Oi, responsável pelo lançamento da marca há quase 15 anos. Atualmente ele é CEO da agência de marketing Riot, que vai desenvolver a campanha de lançamento da Veek.
O Brasil conta outras MVNOs em operação, como Porto Seguro, Vodafone e Terapar. As características desse grupo são utilizar a rede de outras operadoras e comprar minutos, sms e dados no atacado, recebendo desconto em relação ao preço médio do varejo.
No final do ano passado, a Assembleia de Deus, maior denominação evangélica e pentecostal no mundo, com cerca de 66 milhões de fiéis globalmente e 22,5 milhões no Brasil, lançou no país a Mais AD, sua própria MVNO.
Já a Sisteer, MVNE francesa, recebeu autorização da Anatel para atuar como MVNO e assinou um contrato com a operadora Vivo, mas ainda não anunciou planos de iniciar as atividades no Brasil.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

CODEMIG INGRESSA NO MERCADO DE TELEFONIA MÓVEL COMPRANDO PARTE DA DATORA

A estatal mineira comprou 45% das ações da MVNO de celular e terá direito a dois representantes do conselho de administração


shutterstock_Robbi_Mercado_Negocios_parceria_ConcorrenciaO conselho diretor da Anatel aprovou hoje, 23, a mudança acionária da operadora Móvel Virtual  (MVNO) Datora, para o ingresso da estatal mineira Codemig, que passará a deter 45% do capital da operadora.
A mudança acionária foi aprovada com o voto de três conselheiros, pois Otãvio Rodrigues votou contrário à aprovação, devido à propriedade cruzada que o novo controlador detém com o segmento de radiodifusão, o que é proibido pela Lei do SeAC ( Lei de TV por assinatura). O conselheiro Rodrigo Zerbone está de férias.
Mas o conselheiro Igor de Freitas defendeu a aprovação da entrada da nova empresa na operadora de celular por entender que a emissora de rádio que está sob o guarda chuva do governo de Minas Gerais, a rádio Inconfidência, não tem fins comerciais, e por isso, não estaria enquadrada nas proibições da lei do Seac, que impede a concentração de empresas de telecom e emissoras de radiodifusão com fins lucrativos e comerciais. Além disso, ressaltou, a Codemig, subsidiária da Codepar Participações, é uma empresa pública, outra característica que facilitaria a aprovação da medida.
A estatal mineira comprou a participação da Datora Participações, que detinha 98% das ações da Datora Mobile. A Datora Participações, por sua vez, tem em sua cadeia de controle a empresa norte-americana Chaicom, que controla a holding brasileira com 4%. Do outro lado, com 0,17% há a família Fuchs (Raul, Daniel e Tomas) que possuem 0,17% das operações.
A Codemig é uma empresa pública estadual mineira e investe em mineração, óleo, gás natural, hotelaria. parques e balneários.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Correios assinam contrato com EUTV e entram no mercado de celular


O lançamento comercial do serviço está previsto para o primeiro trimestre de 2017.


Os Correios e a EU TV S.A. assinaram, nesta segunda-feira (30), em Brasília, o contrato de representação que permitirá à estatal atuar como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual (MVNO), no modelo credenciado, conforme regulamentado pela Anatel em sua resolução nº 550/2010.
O presidente dos Correios, Heli Siqueira de Azevedo, explica que a empresa pretende disponibilizar planos de serviços e ofertas próprias, de acordo com o perfil do público. “Nossos clientes são os usuários de nossa rede de atendimento de quase 12 mil pontos em todo o território nacional. É esse público que pretendemos atender com esse novo serviço. Somando a capilaridade e a força da marca Correios com a expertise e disposição da EUTV em prover serviços inovadores e de forte apelo para o público de baixa renda, essa parceria reúne todos os elementos para ser um grande sucesso”.
Com o MVNO, serão desenvolvidos serviços de valor agregado que facilitem o dia a dia dos clientes dos Correios nos diferentes segmentos de negócios, incluindo o postal, o financeiro, o de encomendas e logística integrada, facilitando ainda mais a operacionalização e o acompanhamento dos serviços utilizados.
O lançamento comercial do serviço está previsto para o primeiro trimestre de 2017. ( assessoria de imprensa). 

sábado, 7 de maio de 2016

Porto Seguro Conecta oferece wi-fi calling


Júlia Merker // sexta, 06/05/2016 14:15
Porto Seguro Conecta lançou um serviço de chamadas pela rede wi-fi para os clientes da operadora. A Ericsson é a fornecedora do serviço para a operadora móvel virtual (MVNO) da Porto Seguro. 
A Porto Seguro Conecta lançou o serviço de chamadas pela rede wi-fi. Foto: Syda Productions/Shutterstock.
Os estudos de planejamento e implementação da rede começaram em 2015. Agora o serviço comercial entra em operação, tornando a operadora a primeira MVNO operando wi-fi calling da America Latina. 
Além de possibilitar a introdução futura de novos serviços como chamadas de vídeo, a solução ainda permitirá handover com a rede móvel tradicional assim que as chamadas em VoLTE estejam disponíveis no Brasil.
O wi-fi calling já é oferecido por diversas operadoras móveis ao redor do mundo e permite aos usuários realizarem chamadas de voz utilizando uma rede wi-fi no lugar da tradicional conexão telefônica e sem precisar de aplicativos de comunicação para isso.
A solução para a Porto Seguro Conecta inclui Ericsson Evolved Packet Core, IP Multimedia Subsystem e Business Support Solutions, assim como os serviços de instalação, suporte e gerenciamento de rede. 
Um estudo da Ericsson sobre wi-fi calling aponta que cinco em cada 10 usuários brasileiros de smartphone estão satisfeitos com a sua conectividade indoor, porém apenas dois de cada 10 estão satisfeitos com a qualidade, a cobertura e a estabilidade das chamadas de voz oferecidas.
O estudo, também realizado nos Estados Unidos onde este serviço está disponível há mais tempo, mostrou que 50% dos usuários de ligações por wi-fi veem na extensão da cobertura de voz a característica mais atrativa desse serviço.
Na pesquisa, 62% dos usuários americanos relataram melhora na qualidade das chamadas de voz após aderirem ao serviço. Já no Brasil, 2 em cada 5 entrevistados afirmaram conhecer como esse serviço funciona  e 80% afirmaram achar o conceito atrativo.
“Mesmo com a crescente demanda por acesso a redes sociais e streaming, as chamadas por voz ainda são uma forma importante de comunicação. Os consumidores esperam uma forma de comunicação ininterrupta,aprimorada e fácil de usar. Portanto, oferecer chamadas via wi-fi é  um complemento interessante”, afirma André Gualda, especialista da área ConsumerLab da Ericsson na América Latina.
A Porto Seguro Conecta, estabelecida em 2012, começou sua operação com comunicações apenas entre dispositivos, mas se expandiu em agosto de 2013, oferencendo serviços de voz e dados aos assinantes.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Porto Seguro conecta anuncia serviço de wi-fi calling nativo no aparelho, sem uso de aplicativo

  • Fonte/Autor por:  Edelman Significa

A Porto Seguro Conecta, operadora virtual de telefonia móvel do Grupo Porto Seguro, disponibiliza o serviço Wi-Fi Calling nos planos Conecta+. A tecnologia possibilita aos usuários fazer e receber ligações utilizando uma conexão Wi-Fi da internet, mesmo quando não há sinal de celular, inclusive com o celular em Modo Avião. O serviço é nativo no celular, no próprio discador do aparelho, sem a necessidade de aplicativos.
A tecnologia Wi-Fi Calling se diferencia das outras ligações via Internet porque possibilita a realização de chamadas em HD, que entrega uma experiência de voz ao usuário muito limpa e natural, sobretudo quando se comunica entre sinais de Wi-Fi Calling para Wi-Fi Calling. Isto porque a Porto Seguro Conecta é a única operadora no Brasil que montou o serviço por uma rede IMS (IP Multimedia Subsystem), sendo preparada para chamadas VoLTE, que suportará ligações pela rede 4G, ainda inéditas no Brasil.
Para o usuário, a tecnologia amplia a cobertura de celular e não há qualquer tarifação sobre o serviço, conforme informa Tiago Galli, Superintendente da Porto Seguro Conecta: “nossos planos já incluíam pacote de voz ilimitado, para fixo e qualquer operadora, e não faria sentido que cobrássemos pelo uso do Wi-Fi Calling. A nossa proposta é que os clientes utilizem os serviços da forma que desejarem, sem se preocuparem em contar minutos. O foco está na conectividade plena do usuário em qualquer lugar e a qualquer momento”, diz o executivo.
O serviço ainda possibilita fazer ligações nacionais como se estivesse no seu código de área, eliminando a cobrança de áreas. Em breve, a função estará disponível também para roaming internacional.
O Wi-Fi Calling da Porto Seguro Conecta estará disponível na configuração do aparelho após a atualização do sistema para os clientes que já possuem o chip Conecta compatível ao serviço. Para os novos usuários, os celulares devem ser adquiridos em lojas do varejo, e já vem com a função habilitada. Neste momento, o Wi-Fi Calling da Porto Seguro Conecta está disponível neste momento para Android, na linha de celulares da Samsung (J2, J5, J7, A7, S6, S7 e S7Edge), mas o objetivo é contemplar a maioria das fabricantes e sistemas operacionais.
Sem qualquer custo adicional, o serviço Wi-Fi Calling está disponível nos planos Conecta+ que já oferecem ligações ilimitadas para qualquer operadora e opções de pacotes de internet de 1GB (por R$99,90); 2GB (por R$109,90); 5GB (por R$129,90) e 10GB (por R$199,90), sem limites de velocidade.
Para dúvidas sobre o Wi-Fi Calling ou informações sobre os planos e pacotes da Porto Seguro Conecta, o usuário ou interessado pode contatar a Central de Atendimento no 10544 ou pelos corretores que operam com a Porto Seguro Conecta, ou mesmo pelo sitewww.portoseguroconecta.com.br.
Sobre a Porto Seguro Conecta Lançada em agosto de 2013, a Porto Seguro Conecta (www.portoseguroconecta.com.br) é a primeira operadora de telefonia móvel virtual (MVNO) a atuar no Brasil. O modelo MVNO permite à Porto Seguro atuar no segmento de telefonia móvel utilizando a infraestrutura de telecomunicações de uma operadora tradicional e oferecer o serviço por meio dos seus próprios canais de atendimento ao cliente, equipe comercial e de marketing. A operadora atua nas regiões de Santos (DDD 13), Campinas (DDD 19), Rio de Janeiro (DDD 21), São Paulo (DDD 11) e Vale do Paraíba (DDD 12). No total, são 380 mil linhas ativas, considerando os celulares corporativos da empresa e as conexões M2M, utilizadas em rastreadores e alarmes residenciais.