sexta-feira, 31 de maio de 2013

Sensores Smartgrid: Queda do preço e novas soluções

Fonte: http://www.smartgridnews.com

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sábado, 25 de maio de 2013

Telecom compartilhada por varias empresas no metro de NY

The Transit Wireless shared wireless network in NYC subway is a great business and operational model for dealing with restricted space, namely, tunnels and the like, where network construction, operation and maintenance are some of the biggest issues in underground facilities.

Full marks to Transit Wireless (BAI) and New York City Transit Authority (NYCTA) for having just ONE shared, open, equal access Distributed Antenna System (DAS) in NYC subway.

Full marks to Transit Wireless (BAI), AT&T, T-Mobile USA, Sprint Nextel and Verizon Wireless for reaching commercial and operational agreements on the use of the neutral subway station wireless communications network.

Great outcomes and benefits for all NYCTA riding mobile users!

Some interesting stats:
- NYC Transit Authority carries more than 1.6 billion riders annually.
- Transit Wireless shared subway wireless network to cover 277 NYC underground subway stations.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Supermercado em MVNO


Grupo Éxito lanzó su MVNO en Colombia

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La cadena de almacenes Grupo Éxito comenzó a operar como operador móvil virtual (MVNO) en las ciudades de Bogotá, Medellín, Cali, Barranquilla y Bucaramanga. En los próximos meses se ampliará la venta de tarjetas SIM a los 80 municipios en donde el grupo tiene presencia con sus marcas Éxito, Carulla y Surtimax.
El servicio está enfocado en los clientes de Éxito y permitirá incluir en sus compras productos de telefonía de la marca y canjear puntos por ahorros y beneficios. Se puede contratar en cualquiera de los almacenes del grupo.
Se espera que otras cadenas de retail como Carrefour o Falabella también se sumen como operadores móviles virtuales en el país. 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Governo regulamenta o m-payment por Medida Provisória


O governo regulamentou o pagamento móvel (m-payment) por meio de celulares, atividade que passa a integrar Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). A normatização foi incluída na Medida Provisória n° 615, publicada na edição desta segunda-feira (20) do Diário Oficial da União. De acordo com o texto, o Banco Central do Brasil, o Conselho Monetário Nacional, o Ministério das Comunicações e a Anatel estimularão, no âmbito de suas competências, a inclusão financeira por meio da participação do setor de telecomunicações na oferta de serviços de pagamento e poderão, com base em avaliações periódicas, adotar medidas de incentivo ao desenvolvimento de arranjos de pagamento que utilizem terminais de acesso aos serviços de telecomunicações de propriedade do usuário.

Cabe ao Banco Central fiscalizar a nova atividade, que será regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional. A norma estabelece também que os arranjos de pagamento e as instituições de pagamento observarão, no mínimo, os seguintes princípios e objetivos: interoperabilidade ao arranjo de pagamento e entre arranjos de pagamento distintos; inovação nos arranjos de pagamento e diversidade de modelos de negócios; solidez e eficiência dos arranjos de pagamento e das instituições de pagamento, promoção da competição e previsão de transferência de saldos em moeda eletrônica, quando couber, para outros arranjos ou instituições de pagamento.

Outros princípios quue terão de ser atendidos são o de acesso não discriminatório aos serviços e às infraestruturas necessários ao funcionamento dos arranjos de pagamento; atendimento às necessidades dos usuários finais, em especial liberdade de escolha, segurança, proteção de seus interesses econômicos, tratamento não discriminatório, privacidade e proteção de dados pessoais, transparência e acesso a informações claras e completas sobre as condições de prestação de serviços; confiabilidade, qualidade e segurança dos serviços de pagamento; e inclusão financeira, observados os padrões de qualidade, segurança e transparência equivalentes em todos os arranjos de pagamento.

Entre as operadoras que já lançaram iniciativas de pagamento móvel estão a Telefônica, por meio da joint venture com a MasterCard Worldwide MFS, e a Oi. A Claro está desenvolvendo soluções nessa linha linha juntamente com o Bradesco.

Procurada pela reportagem, a  afirmou em nota, que "acredita que a MP 615 é importante para o desenvolvimento dos serviços de pagamentos móveis e também para a inclusão financeira da população brasileira não bancarizada".

O posicionamento da MFS seguiu a mesma linha. A companhia afirmou "considera a regulamentação extremamente positiva para o setor de pagamentos móveis, que começa a se desenvolver no Brasil". Marcos Etchegoyen, presidente da MFS, acredita que "a medida trará ainda mais transparência a este segmento de negócios, o que só tende a beneficiar usuários e empresas". Ambas as companhias, afirmar que estão comprometidas com a inclusão financeira e que contribuirão para a política de tarifação do serviço definida na MP. (Da redação)

Regras específicas para m-payment só em 180 dias, diz BC.



A ideia é que o sistema seja interoperável e universal para fomentar também a bancarização de milhares de usuários de celulares pré-pagos

Apesar de terem sido publicadas as regras gerais para uso do celular como meio de pagamento, a regulamentação específica somente ficará pronta daqui a seis meses. A informação é do diretor de Política Econômica do Banco Central, Aldo Mendes, em entrevista coletiva que explicou a Medida Provisória nº 615, publicada nesta segunda-feira (20). Ele disse que os regulamentos infralegais serão propostos pelo BC e pelo Ministério das Comunicações, mas terão que ser aprovados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Um dos principais pontos a ser perseguido é a interoperabilidade e universalização do serviço. “A situação atual é de operadoras que já oferecem o serviço em parceria com bancos e cartões de crédito para seus clientes e nós queremos que as operações, a partir das novas regras, possam funcionar também entre usuários de todas as operadoras”, disse o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão. Ele acredita que a regulamentação facilitará a bancarização de milhares de brasileiros, que estão fora do sistema financeiro.

Martinhão disse que para garantir a universalização, as operações por meio de celulares serão tão simples como enviar um SMS, enquanto a inserção de créditos nas contas de pagamentos (virtuais) será tão fácil como recarregar um aparelho pré-pago. E a troca do crédito na conta virtual por dinheiro poderá ser feita por meio de correspondentes bancários ou nos postos de recarga dos celulares, rede com grande capilaridade.

A regulamentação deve instituir limites aos valores dos créditos bancários e será reforçado o impedimento de as empresas que funcionam como instituição de pagamento, inclusive operadoras de telecom, fazerem empréstimos ao consumidor. As regras a serem estabelecidas pelo BC também definirão as tecnologias que serão usadas para o serviço. Os serviços atuais, ofertados pelas operadoras, terão prazo para se adaptar às novas regras.

Mendes disse que a norma que será elaborada deve priorizar, no primeiro momento, as operações entre pessoas por mensagem de celular, que poderiam ser por intermédio das tecnologias SMS, USSD e NFC. Na segunda etapa, as transações ocorreriam entre as pessoas e o comércio e na terceira fase, o sistema deve ser usado para o pagamento de benefícios pelo governo, como o Bolsa Família. Já o MiniCom defende que todos os tipos de transações sejam permitidas concomitantemente.

Os recursos depositados nas contas virtuais terão que ser depositados em bancos pelas instituições de pagamento. E esses recursos, além das garantias já especificadas na MP 615, poderão ter a mesma segurança ofertada pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que assegura a devolução de parte dos créditos (até R$ 250 mil), em caso de liquidação extrajudicial e falência.

A expectativa de Martinhão é de que, em dois anos, o sistema de pagamento móvel esteja disponível para 50% dos usuário de telefones móveis. "O número de acessos dependerá do custo do serviço para o consumidor", avalia.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Conforme o presidente, Wagner de Oliveira, o conselho de administração já aprovou o ingresso da empresa no mercado de telefonia celular




No próximo ano, a ECT  Celular estará em operação no mercado brasileiro. Esta é a expectativa da atual diretoria da empresa, que já recebeu o aval de seu conselho de administração para ingressar no mercado de telefonia celular como uma MVNO ( mobile virtual network operator). Segundo o presidente da empresa, Wagner Pinheiro de Oliveira, já foi decidido que os Correios irão atuar como uma operadora autorizada (que tem sua própria numeração e sistema de bilhetagem ) e até setembro deverá estar concluído toda a modelagem da nova operadora.

Conforme o vice-presidente de tecnologia e infraestrutura, Antonio Luiz Fuschino, já ficou decidido também que será aberta uma subsidiária para atuar como operadora. Com a subsidiária, explicou, a empresa pode ter mais liberdade na contratação de pessoal para competir melhor no mercado. A intenção é contratar a operadora que será a empresa master por licitação, a exemplo do que foi feito com o Banco Postal. Este processo deverá estar concluído até o final deste ano, acredita ele, para que o Correio Celular entre em operação no primeiro trimestre do próximo ano. 

Home plus launches mobile service

By Cho Mu-hyun

Discount chain Home plus said Wednesday that it launched its own telecommunications service, Plus Mobile, starting today.

The firm will use mobile operator KT’s network as a mobile virtual network operator (MVNO).

Home plus signed an agreement with KT last year to use the latter’s network in a deal that will make it the first discount chain store to launch such a service.

The move comes in the wake of the government’s plan to expand MVNOs as a means of addressing growing consumer complaints about rising phone bills.

Because MVNOs lease operator’s networks without incurring operating costs, they are able to provide services more cheaply.

Subscription and purchase of handsets are available at 134 of its stores nationwide, which will offer LG Electronics’ L-series handsets and other products priced between 200,000 to 300,000 won.

Consumers can also subscribe with their current handsets by just changing their universal subscriber identity modules (USIM).

Home plus said its wide distribution network will also help consumers save costs.

It unveiled five plans, the cheapest of which requires only a 6,000 won monthly payment and charges 1 won per second for voice calls. Plans by carriers usually require a monthly payment of over 30,000 won and charges are 1.8 won per second.

For now it only offers third-generation (3G) connection with plans to add long-term evolution (LTE) at a later date.

The company said it benchmarked U.K.-based MVNO Tesco Mobile, which has acquired 3 million subscribers since its launch in 2003.

“We want to establish ourselves as a business that helps households pay less for telecommunications services through Plus Mobile,” said a Home plus spokesman. “Our customers will be able to gain seamless connection through KT’s excellent network at affordable prices.”

KT has the nation’s second-largest wireless network and largest fixed-line. Subscribers to Plus Mobile will also gain access to the operator’s 200,000 Wi-Fi access points installed nationwide.

“As a responsible business, we’re happy to provide our network to Home plus and will continue our efforts to make telecommunications accessible to everyone,” said a KT spokesman.

Pacotes de Serviços e MVNO


Los operadores han intentado siempre crear sistemas inteligentes para el desarrollo de paquetes de servicios según el patrón de uso de los usuarios. Tres o cuatro paquetes para intentar cubrir la mayor parte de la curva de la demanda por servicios telefónicos. Y es que la teoría dice que la mayor ganancia se obtendría si cada persona pagara exactamente el valor que le presupone a cada producto en un determinado momento —pido disculpas a los economistas que estén leyendo por la simplificación—.
Junto con estos paquetes, los operadores se han propuesto ser más cercanos, más personales, con sus usuarios, de forma que éstos sientan que son tratados en base a sus necesidades y no como un número. La personalización es un objetivo que se puede conseguir de muchas formas y quizá la más simple, y que nadie usa, es dejar que el usuario utilice su smartphone para configurar su propio paquete.
Bueno, rectifico, ya hay un operador, o proveedor de servicios, que lo ofrece en Estados Unidos bajo la marca Zact. Decimos que no sabemos si es un MVNO, porque el CEO de ItsOn, la empresa detrás de Zact, Greg Raleigh, dice no serlo, porque no llega a utilizar ciertos sistemas del operador para la oferta de servicios. Sin embargo sus usuarios acceden al servicio a través de la red de Sprint —no es un full MVNO, para ponerlo en cristiano—.
Tal y como mencionaba, el servicio es muy particular y nada mejor que el video ilustrativo que encontrarán debajo de estas líneas para entender exactamente de qué trata. Y cómo un operador con sistema en la nube puede llegar a lanzar soluciones novedosas realmente sorprendentes y que volverían a poner a los operadores en ese lugar de pioneros tecnológicos que ahora parecen haber perdido en favor de los proveedores over the top (OTT).
En esencia, Zact permite al usuario crear su propio paquete, seleccionando desde el propio teléfono o la Web cuántos minutos cree que va a consumir, cuantos SMS y cuantos MB de datos. Una vez seleccionados estos parámetros, se genera un plan para el usuario que puede ir modificándose cuantas veces sea necesario para ajustarse al uso real. De hecho, si el usuario sobredimensiona su plan y le sobran minutos de voz, SMS y MB, cuando realice el ajuste para el mes siguiente, todo lo que no utilizó lo tiene disponible. El servicio permite realizar más maniobras, pero para verlas les dejo con el video al final de la nota. Les será bastante más útil que mi propia explicación.
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América Móvil compra operador MVNO nos EUA



Start Wireless detém 1,4 milhões de assinantes, conforme comunicado da empresa

A América Móvil, empresa dona da Net Serviços, Claro e Embratel no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (20) que sua subsidiária nos Estados Unidos, a Tracfone Wireless, chegou a um acordo para adquirir o operador virtual móvel (MVNO) Start Wireless, que atua também naquele país e conta com 1,4 milhão de acessos.

A transação está sujeita a autorizações regulatórias e o cumprimento de determinadas condições. A expectativa do grupo é que a transação seja concluída ao longo do segundo trimestre. A companhia não informou o valor a ser pago pelo MVNO. (Da redação)

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Provedores locais criam consórcios para acesso ao REPNBL-Redes




Iniciativa avança com expectativa de ampliação do prazo de entrega dos projetos de rede, atualmente em 30 de junho

Após diálogo com o Ministério das Comunicações sobre como empresas optantes do Simples poderiam buscar o enquadramento no Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (REPNBL-Redes), os provedores regionais de acesso à internet e serviços de telecomunicações decidiram criar Sociedades de Propósito Específico (SPEs) para ter acesso aos benefícios da desoneração fiscal. O esforço ocorre apesar do consenso de que a criação de SPEs/consórcios e a definição dos projetos não serão finalizados dentro do prazo máximo de entrega dos mesmos ao Ministério das Comunicações, de 30 de junho. A expectativa das entidades setoriais é de que o prazo seja prorrogado, como vêm solicitando algumas operadoras.

"Nós vamos fazer [os projetos para enquadramento no REPNBL-Redes], mas isso demanda entendimento e investimento, não é algo do nosso dia a dia. Estamos trabalhando com a crença de que o prazo será prorrogado”, disse Marcelo Siena, presidente da Associação Nacional das Empresas de Soluções de Internet e Telecomunicações, que reúne operadoras do Paraná, e sócio-diretor da iSUPER Telecom.

Para ele, seria um contrassenso o governo não ouvir o apelo dos provedores regionais, que se soma ao das grandes corporações de telecomunicações, uma vez que são eles os que mais têm investido em redes nos últimos anos: "Juntos nos tornamos os maiores compradores da Furukawa no país", argumenta Siena. E, além disso, defende, apenas os provedores conseguem dar capilaridade à oferta de acesso à internet e outros serviços de telecomunicações.

Diante da impossibilidade de se habilitar individualmente ao REPNBL, os provedores do Paraná, conta Siena, decidiram montar uma SPE. Mas isso, lembra, torna o processo mais difícil não só pela abertura da empresa, mas pela necessidade de ajuste de escopo do projeto. “Precisamos reunir os interessados e fazer o desenho do tamanho do projeto, dos tipos de redes, além de cumprir as exigências de uso de tecnologia nacional”.

A mesma realidade está sendo enfrentada pelas empresas organizadas na Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet (InternetSul), cujo maior interesse é apresentar projetos de expansão da rede de fibra óptica. Por isso, o presidente da entidade, Fábio Bonadiman, tratou de formalizar um pedido de prorrogação do prazo de entrega de projetos do REPNBL-Redes. O documento foi entregue ao secretário de Telecomunicações do Minicom, Maximiliano Martinhão.

De acordo com o presidente da Abranet, Eduardo Neger, a possibilidade de os provedores locais presentarem projetos de data center e migração do IPv4 para o IPv6 é outro fator que animou as empresas a buscar enquadramento no REPNBL-Redes. Mas, segundo ele, é preciso fazer muita conta antes de decidir se vale a pena todo o trabalho para conquistar a habilitação.

"Com as exigências de uso de tecnologia nacional, precisamos entender quem seriam os fornecedores e qual o custo dos equipamentos. As vezes a diferença de preço em relação ao importado pode fazer a desoneração não compensar", explicou.

Pesa na avaliação dos pequenos provedores o risco que correm ao aderirem a um modelo de desoneração que prevê reversão (com pagamento de juros e multa posterior) caso o Minicom encontre problemas no projeto. "Podemos fazer uma única alteração, então é um risco e precisamos olhar com calma. No caso dos consórcios, o risco é ainda maior porque se uma das empresas não conseguir entregar o projeto, todas terão que devolver os impostos", afirmou Neger.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Banda larga no Brasil é a 2ª mais cara entre 15 países, diz pesquisa



O preço médio da banda larga no Brasil é um dos que mais pesam no bolso do consumidor, considerando a relação entre o valor cobrado por 1 Mbps (megabit por segundo) e a renda da população. É o que mostra um levantamento feito com 15 países.
O brasileiro precisa trabalhar 5,01 horas por mês para se conectar à rede de banda larga fixa de 1 Mbps. O país só perde para a Argentina, onde são necessárias 5,15 horas. O Japão aparece na última posição do ranking: naquele país, a população precisa trabalhar 0,015 hora para pagar pelo acesso.

HORAS DE TRABALHO PARA PAGAR INTERNET POR MÊS

POSIÇÃOPAÍSPREÇO DE 1 MBPS (EM US$) POR MÊSRENDA PER CAPITA POR HORA (EM US$)HORAS PARA PAGAR INTERNET
Argentina468,925,15
Brasil25,065,005,01
África do Sul19,045,573
Chile23,048,52,71
Polônia13101,3
Portugal10,99120,91
Canadá6,5200,32
Holanda4,31220,2
Finlândia2,77190,14
10ºEstados Unidos3,33250,13
11ºNoruega4,04320,12
12ºFrança1,64180,09
13ºSuécia0,63210,03
 Coreia do Sul0,45150,03
15ºJapão0,27180,015
O levantamento foi feito pelo economista e professor da FGV Samy Dana em parceria com o graduando em Economia pela UFV-MG (Universidade Federal de Viçosa) Victor Candido.
Os cálculos foram feitos com base nos dados do relatório The State of the Internet (da consultoria Akamai) e do Internet World Stats Broadband Penetration (do Internet World Stats). Para se chegar à renda média per capita de cada país, foram usados dados do Banco Mundial.
Segundo esses dados, o preço médio do acesso no Brasil a uma velocidade de 1 Mbps é de US$ 25,06, ou cerca de R$ 50,52 por mês segundo a cotação do último dia 10 de maio. Considerou-se uma renda média por hora, per capita, de US$ 5, ou R$ 10,08.
Para efeito de comparação, no Japão, o valor médio cobrado pelo acesso à internet é de US$ 0,27, ou R$ 0,55. Como a renda média per capita recebida por hora lá é mais alta (US$ 18, ou R$ 36,32), a quantidade de horas de trabalho necessárias para se fazer o acesso é bem menor.
Na pesquisa, foram selecionados países que lideram o acesso à internet no mundo, entre nações desenvolvidas e emergentes.

Muitos tributos e pouca concorrência

Para o economista Samy Dana, o alto preço cobrado no Brasil tem relação com a alta carga tributária: enquanto o país paga 40% de impostos sobre os serviços de banda larga, no Japão os tributos representam 5% do preço.
"De um lado, existe um governo que tributa muito. Por outro lado, o setor tem poucas empresas, o que faz com que a concorrência seja pequena para a dimensão que o país tem. Um setor de pouca competição e com regulação ineficiente deixa o consumidor refém do preço. O resultado é um serviço ruim e caro, que acaba sendo um entrave para o desenvolvimento do país", diz o economista.

Preço caiu 68% desde 2008

O diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, questiona a comparação com países como o Japão.
"O brasileiro também gasta mais tempo para comprar um automóvel ou um iPad do que um japonês. Mas pesquisas mostram que o preço da banda larga fixa caiu 68% desde 2008 no Brasil", afirma. "Se o serviço fosse tão caro, não haveria tanta gente usando."
Levy afirma que a cobrança de acesso a uma velocidade de 1 Mbps por US$ 25,06, ou pouco mais de R$ 50, não é realidade no país, sobretudo por causa das promoções feitas pelas empresas.
A associação cita dados da União Internacional de Telecomunicações (UIT), organismo da ONU, que mostram que o brasileiro gasta, em média, US$ 17,22 ao mês com banda larga, ou R$ 34,86. No Japão, segundo a UIT, o gasto médio mensal é de US$ 24,41, ou R$ 49,41. A pesquisa da UIT não fala em velocidade (considera apenas o valor mensal para fazer um download de 1 Gigabyte).
Os realizadores do estudo dizem que o valor usado é uma média geral, considerando cidades de todos os portes.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Vivo fecha acordo com Apontador para impulsionar site de divulgação de PMEs




'Perto de Você' ganha escala nacional e dá novos benefícios aos anunciantes

A Vivo informou nesta segunda-feira (13) que chegou a um acordo com o Apontador - site brasileiro de lugares, serviços e facilidades online - para divulgação do Perto de Você, portal do grupo que divulga a disponibilidade de produtos e serviços por região, voltado para pequenas e médias empresas.

Por meio do acordo, o Perto de Você ganha uma nova interface que permite às PMEs anunciantes a divulgação para todo o Brasil. Além disso, a partir de agora, as empresas que comprarem o Perto de Você terão seus produtos e serviços veiculados na página do Apontador, hoje com mais de 20 milhões de visitantes/mês – sem acréscimo no valor mensal de R$ 9,90.


Atualmente o Perto de Você está disponível por meio de site web e aplicativos móveis para os sistemas operacionais iOS (iPhone e iPad) e Android.  (Da redação)

Indra lança medidor compacto para smart grid




A Indra, multinacional de consultoria e tecnologia, lançou o InMeter, uma solução compacta de contadores elétricos inteligentes (Smart Meter). Com isso, a companhia avança em seu plano de estar entre as líderes no desenvolvimento de novas soluções e tecnologias para o mercado das smart grids ou redes inteligentes. Ao longo de 2012 os equipamentos da Indra foram certificados desde o ponto de vista metrológico por Applus+ e suas comunicações por KEMA, informou a companhia em nota.

Para a integração e montagem final dos equipamentos, a Indra conta com a colaboração da Censolor, seu Centro de Suporte a Renováveis situado no Polígono de San Román de Bembibre, em León. 

A geração de contadores desenvolvida pela multinacional de tecnologia incorpora em um único equipamento os elementos de medida e visualização, monitoramento (detecção da qualidade do serviço, a falta de fornecimento e nível de tensão), controle de potência e corte remoto do fornecimento.

Segundo a fabricante, a característica mais relevante do lançamento é a concentração em um único dispositivo de toda a conexão com o exterior de um conjunto de contadores.  Nos equipamentos InMeter, as comunicações bidirecionais do sistema central de telegestão da companhia de distribuição não ficam em cada contador individual (inMeter EBM), mas sim em um concentrador de dados (InMeter RCC) que realiza a função de Gateway (conexão) entre os distintos contadores InMeter associados a ele e o sistema central de telegestão. O concentrador InMeter RCC é, portanto, o equipamento que incorpora o modem de comunicações. (Da redação, com assessoria de imprensa)

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Terceira varejista do mundo testa modelo de social commerce para venda de vinhos


  Postado em: 09/05/2013, às 12:13 por Ana Lúcia Moura Fé
Site Tesco Wine Co-Buys

As dúvidas que prevalecem entre especialistas de marketing e vendas sobre o potencial de uso das redes sociais para comércio eletrônico, o chamado s-commerce, aparentemente não são unanimidade em meio a grandes varejistas.
Ao menos é o que demonstra a última iniciativa nessa área da gigante Tesco, grupo de origem britânica que ocupa a terceira posição no ranking mundial, por receita, do segmento, atrás apenas do norte-americano Walmart e do francês Carrefour.
A Tesco lançou um modelo inovador de comércio eletrõnico de vinhos que dá poder aos compradores permitindo que os mesmos usem mídia social para derrubar o preço dos produtos.A tecnologia usada no novo site Tesco Wine Co-Buys é o software de social commerce Buyapowa.
A palavra-chave no modelo adotado pela Tesco é “co-buy”, ou cocompra (veja vídeo abaixo, em inglês). Significa que os consumidores podem se unir para escolher vinhos e, juntos, comprar o produto a granel, a preços promocionais.
Os potenciais compradores informam o preço máximo que estariam dispostos a pagar e recrutam amigos em suas redes de relacionamento, para que também se inscrevam.
Quanto maior o número de novos inscritos gerados pelo compartilhamento, maior o desconto que obtêm no preço dos vinhos. Além disso, o comprador que atrair mais cocompradores ganha como brinde uma caixa de vinho.
Alguns analistas acreditam que apostas como essa, pelas dimensões da varejista, podem funcionar como combustível para impulsionar outras experiências capazes de consolidar o modelo de comércio eletrônico baseado em redes sociais. Mas só o tempo dirá se a iniciativa da Tesco atingirá esse nível de sucesso

Lições de casa para o varejo



Convergecom, Postado em: 08/05/2013, às 11:57 por Paulo Francez

Há quase 10 anos, mesmo antes de deixar a posição de CIO de uma das mais populares cadeias de fast-food do mundo – empresa onde permaneci por quase 18 anos — já estava claro que o celular seria o dispositivo da convergência. Tudo apontava para a web e para a mobilidade. Nosso time de TI à época, sempre voltado para resolver as demandas do varejo, pensou em lançar um cartão fidelidade pelo celular. Isso foi por volta de 2006. Esta era a maneira viável de cadastrar e conhecer os hábitos de um contingente de milhões de clientes que frequentavam nossas lojas todos os dias.
Alguns anos depois, quando mudamos de comprador de tecnologia para fornecedor, lançamos um produto no mercado brasileiro que comprova essa convergência e hoje já está instalado em redes de franquias como Emagrecentro e Água Doce. Esta solução está disponível para todos os associados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Além desse, também criamos um produto parecido para escolas, a carteirinha de estudante pelo celular; e o nosso carro-chefe, o mobile check in, para companhias aéreas.
Tudo isso, podemos dizer, representa embriões do conceito SoLoMo ((Social, Location-Based and Mobile), que acaba de ser aclamado como uma das principais tendências e buzzwords do Retail Big Show 2013, a mais importante convenção mundial do varejo promovida pela federação nacional do comércio varejista dos Estados Unidos, (NRF, na sigla em inglês), em Nova York.
Confesso que não encontramos grandes novidades na gigantesca exposição desse ano – nada que já não tivéssemos visto no ano passado.  Por exemplo, a maior parte das cerca de 500 empresas de tecnologia presentes oferecia softwares de analise de resultados, serviços de suporte, manutenção e consultorias com ferramentas de BI e conceitos de BigData. Encontramos também muitos fabricantes de POS e de estações de checkout, principalmente para supermercados. Mais do mesmo. O uso de um tablet como POS móvel foi apresentada no ano passado, mas no Brasil  esta solução vai demorar ainda mais para chegar, pois necessitaremos da aprovação do leitor de cartão de crédito e débito pelas bandeiras.
Também vale citar os sistemas de realidade virtual, como as vitrines interativas. Trata-se de um display transparente que pode exibir todo tipo de imagem e onde, facilmente, uma loja poderia mudar todo o tema, cores, apresentar promoções e lançamentos em segundos. Aplicações de realidade virtual como essa são bastante usadas pelo varejo de decoração, no quais as lojas testam seus produtos na casa virtual do cliente.
As câmeras inteligentes – já mostradas no ano passado – também chamavam a atenção, pois são capazes de identificar a falta de produtos nas prateleiras e avisam o responsável sobre a necessidade de reposição. Com o sistema, também é possível identificar os produtos que mais saem e os dias em que isso acontece.
De qualquer forma, enquanto a exposição seguia seu ritmo, nas salas reservadas às palestras o ponto alto das discussões era o relacionamento com o consumidor. Boa parte dos debates girou em torno da mesma valsa: encantar, fidelizar, agradar, trazer conveniência ao cliente.  Em um dos debates no qual esteve presente Howard Schultz, presidente da Starbucks – e aqui encontramos uma novidade – chegou-se a falar sobre amor nos negócios. Trata-se de uma inédita tentativa de humanizar ainda mais o varejo e se estabelecer a tão sonhada relação de confiança e fidelidade com o cliente, até que a morte os separe.
Se a questão da interatividade com o cliente e sua conquista – quase romântica — é tão premente, as redes sociais caem como uma luva e passam a integrar, de forma fundamental,  todas as estratégias de propaganda, marketing e valor da marca. Então, voltamos a falar do SoLoMo (Social, Location-Based and Mobile), conceito que ajuda a identificar onde está o cliente por meio dos dispositivos móveis, o que ele deseja, o que lhe oferecer e, assim, cativá-lo, atraí-lo.
O SoLoMo tem uma aplicabilidade incrível para quem vende e quem anuncia. De ofertas a cupons de desconto e propagandas, o modo de fazer marketing usando SoLoMo é um mundo de grandes possibilidades. Por exemplo, programar uma liquidação relâmpago ou um desconto especial para um dia chuvoso  é possível e quase instantâneo com SoLoMo. Nada de ficar planejando uma campanha por seis meses. Isso acabou.
As aplicações SoLoMo não interagem com qualquer cliente, mas principalmente com a geração Millenium,  que já está ai e surfa do Showrooming (olham na loja e compram online), passando pelo Multi-Channel (compra pela internet e retira na loja, por exemplo) com a maior liberdade. E por que não falar em interagir com Omni-Consumidor? É aquele  cliente que tem muito mais informação e conhecimento e capacidade de comparação para melhor avaliar suas escolhas. Com o mais poderoso dispositivo de busca na palma da mão – Google no celular – , o Omni-Consumidor tem muito poder. Ele está na loja física olhando os preços e consultando a concorrência online e em tempo real.
Pesquisa divulgada no Retail Big Show 2013 atesta que 50% dos entrevistados (consumidores norte-americanos) já fizeram uma compra multi-channel; 78% acredita na recomendação de seus amigos virtuais; e 38% dos usuários de smartphones já fizeram uma compra on-line. E se esses números não forem suficientes para apontar uma tendência clara de mudança de paradigma, outra pesquisa feita pela Deloitte com executivos de empresas de varejo nos EUA comprova que as lojas físicas, que atualmente respondem por 91% das vendas, devem representar 76% em 3-5 anos e 63% após 05 anos.
Tantas são as transformações que, às vezes, os pequenos e médios varejistas nem sabem por onde começar. Então, quero compartilhar com você o que a minha larga vivência na área de TI de um grande varejista me ensinou. Em primeiro lugar, com o chapéu da tecnologia e da responsabilidade pelo funcionamento de todo aparato corporativo, aprendi o seguinte: de que adianta um mundo novo se velhos problemas não foram resolvidos? Você sabe do que estamos falando. São as frentes de caixa sem sistema, problemas de banco de dados, infraestrutura de Telecom, links e rede deixando a desejar. Básico, básico. Desafio que um bom serviço de monitoramento de infraestrutura resolveria.
Subindo um degrau e já caminhando em direção ao negócio, agora com o chapéu do gestor, existem ainda os que não resolveram outro problema igualmente importante: a falta absoluta de algum processo capaz de cadastrar, identificar e conhecer seus clientes. Enfim, de que adianta ser multi-canal se minha loja não conhece o consumidor minimamente, nunca consegue o mix certo de produtos e está sempre com o estoque defasado?
Não é possível entrar em um mundo novo sem antes fazer as lições de casa mais básicas; e não adianta tomar atalhos. Que não dá para ficar fora dessa nova era digital é fato, mas sem uma infraestrutura adequada, como o varejo poderá usufruir o que já está chegando, como Mobile Payment, Mobile Wallet, Omni-Channel, entre outros?
Paulo Francez, CIO do McDonald’s por 18 ano, é atualmente CEO da e-Deploy