terça-feira, 29 de setembro de 2015

Schneider Electric lança marca Life Is On para atuar no mercado de IoT

TIINSIDE on line,

Postado em: 28/09/2015, às 12:35 por Redação
A Schneider Electric, especialista global em gestão de energia e automação, anuncia a nova estratégia global da marca: Life Is On, que é alimentada pela Inteligência Operacional da Schneider para a Internet das Coisas (Internet of Things – IoT). A ideia é transformar a maneira como as pessoas e as organizações consomem energia, e, ainda, melhorar a automação dos processos industriais, aumentar a qualidade de decisões de negócios e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida das pessoas.

A estratégia Life Is On mostra a experiência da Schneider com a tecnologia operacional, que controla os processos mais importantes da sociedade e conecta-os à tecnologia da informação. O objetivo é simplificar a tomada de decisões. Esta abordagem, que a Schneider refere-se como a construção de Inteligência Operacional, depende da automação otimizada e do controle, gerenciamento remoto avançado e manutenção preditiva. São soluções que permitem análises avançadas e geração de informações para direcionar instalações de data centers, edifícios e cidades de qualquer lugar.

"Nós construímos tecnologias de gerenciamento de energia e de automação, garantindo que Life Is On esteja em todos os lugares. Para nós, o acesso à energia é um direito fundamental. Por isso construímos soluções para tornar a energia segura, confiável, eficiente, sustentável e conectada", disse Jean-Pascal Tricoire, presidente e CEO da Schneider. "Investimos fortemente em inovação, conectando nossos produtos e sistemas através da Internet das Coisas ao nosso portfólio de software.

Nossas soluções atendem mundialmente os mercados residencial, predial, data centers, energia, infraestrutura e indústrias. Estamos comprometidos a ajudar nossos clientes a ter sucesso nesta nova realidade, transformando as organizações em empresas mais conectadas."

Para apoiar ainda mais a visão de Inteligência Operacional, a Schneider anuncia que a empresa foi eleita para o comitê de direção da Industrial Internet Consortium (IIC). Através deste compromisso, a Schneider irá assumir um papel central ao lado de líderes da AT&T, Cisco, General Electric, IBM e Intel, recomendando especificações da indústria para acelerar a adoção de tecnologias de IoT ao redor do mundo. O mercado de IoT deverá chegar a US$ 10 trilhões por ano, até 2025, de acordo com a McKinsey, em virtude de uma grande mudança na forma como os produtos são fabricados.
Segundo o diretor executivo da Industrial Internet Consortium, Richard Soley, a próxima onda de transformação nas plantas está vindo com a conectividade e inteligência. "Este é o lugar onde a inovação de empresas como a Schneider e nossos outros membros tem papel fundamental. A inovação da Schneider no gerenciamento e eficiência de energia, e sua gama de produtos e soluções conectados estimulará a IoT para o próximo nível, onde vidas, processos e cadeias de abastecimento inteiros verão uma transformação significativa", diz Soley.


Além disso, a Schneider também firmou uma parceria com a HKUST-MIT Research Alliance Consortium para avançar em soluções e adoção de IoT . Tecnologias da IoT são fundamentais para áreas de foco da Schneider em segmentos de mercado como água, óleo e gás, data centers, mineração, serviços públicos, saúde, alimentos e bebidas e cidades inteligentes, já que ela maximiza a eficiência e a sustentabilidade para os clientes.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

80% das empresas ainda tentam entender oportunidades de IoT, revela estudo


Pesquisa da CompTIA destaca potencial de negócio que vem com o avanço da Internet das Coisas. “Tudo será conectado”, aponta associação
28 de Setembro de 2015 - 11h00


Há uma marcha constante para melhorar a utilidade de dispositivos, objetos, estruturas e até mesmo recursos humanos por meio da conectividade, buscando a funcionalidade inteligente das redes. Com base no cenário que se desenha, a CompTIA é taxativa com relação ao avanço da Internet das Coisas: “tudo o que pode ser conectado, de fato será conectado”.
A entidade realizou um estudo para avaliar o potencial de IoT junto a indústria de tecnologia. Segundo o relatório, nesse momento, organizações dos setores público e privado buscam novas maneiras de alavancar a conectividade.
A pesquisa “Sizing Up the Internet of Things”, realizada em julho de 2015 com a participação de 381 empresas de TI dos Estados Unidos, indica que oito em cada dez executivos buscam entender o potencial de negócios que vêm com o conceito. Além disso, um terço dos respondentes projeta que essas oportunidades emergentes irão melhorar seus resultados ao longo dos próximos dois anos.

Ao mesmo tempo, algumas questões permanecem sem resposta. Cinquenta e três por cento dos entrevistados apontam que a publicidade em torno do mercado de IoT é maior do que o conceito. Já 47% consideram que as oportunidades apresentadas a partir dos dispositivos conectados justificam todo o buzz.

"Os dados apontam que a Internet das Coisas avança em várias frentes, mas também confirmam que, como muitos mercados de tecnologia emergente, vai levar tempo para se desenvolver", afirma Tim Herbert, vice-presidente sênior de pesquisa e inteligência de mercado da CompTIA.

Estimativas indicam que o número de "coisas" conectadas à Internet será 50,1 bilhões até 2020. Isso se traduz em cerca de 6,3 coisas ligadas por pessoa se distribuída uniformemente por todo o planeta.
Segundo o levantamento, dentre as áreas onde se espera um maior impacto do conceito, figuram controle e monitoramento de sistemas ou dispositivos recém-conectados (citado por 53% dos pesquisados), coleta de novos fluxos de dados (46%), adicionando inteligência para dispositivos anteriormente "burros" ou sistemas (46%) e criando novo valor a partir de sistemas conectados (42%).

De acordo com a CompTIA, a indústria de TI está no centro de grande parte da atividade corrente da IoT. "Mas seu impacto será sentido em praticamente todos os setores da economia, como empresas, entidades governamentais e outras organizações, que poderão explorar maneiras inovadoras para criar oportunidades de negócios, oferecer serviços e ampliar a conectividade", acrescenta.
Como ganhar dinheiro?
Como qualquer nova tecnologia, uma questão sempre vem à tona: Como ganhar dinheiro? Isto é especialmente importante para as empresas já estabelecidas, que têm de competir com os focados recém-chegados, mantendo a sua fonte de receita existente.

Os três principais tipos de empresas que os executivos de TI citam que irão ganhar dinheiro com a nova tendência, têm um foco de especialidade que se aplica diretamente à tecnologia. São eles: fabricantes de dispositivos (44%), desenvolvedores de aplicativos (35%) e analistas de dados (31%).
Claro que existem fabricantes de dispositivos, desenvolvedores de aplicativos e serviços de análise de dados na prática hoje. A diferença está na construção e exigências dos dispositivos, na estrutura e na velocidade dos dados e do software e APIs (Application Programming Interface) que são usadas para a integração.

“Isso não quer dizer que não haverá oportunidade para outras empresas dos canais de TI ou de telecomunicações”, avalia a associação, dizendo que estas empresas de IoT específicas, provedores de soluções de TI e MSPs (managed service providers) são os próximos na linha quando se trata de expectativas de lucro. A dinâmica principal que se encaixa no modelo de negócios dessas empresas é a complexidade.

A crescente complexidade da TI levou a uma maior demanda por serviços gerenciados, bem como a complexidade inerente da Internet das Coisas irá conduzir as empresas a procurar ajuda para extrair valor a partir dos sistemas.

Como fornecedores de soluções têm como objetivo reduzir a complexidade para os seus clientes, eles terão que desenvolver suas habilidades para lidar com a tecnologia da Internet das Coisas. Isto pode não exigir mudanças drásticas, no entanto.

Muitas áreas da IoT podem ser vistas como extensões das habilidades ou linhas de negócios que os provedores de soluções já possuem. De fato, muitas disciplinas que estão no topo da lista para as expectativas de lucro já fazem parte dos canais existentes.

Uma disciplina de destaque é o desenvolvimento de aplicativos. Esta é uma área em que as empresas de canal não são normalmente tão fortes, mas tornou-se crítica para a condução de iniciativas de mobilidade.

Aplicações de negócio muitas vezes precisam de um front-end móvel otimizado a fim de produzir maior benefício, e se uma empresa está usando um software legado personalizado, o front-end requer personalização também. Aplicações IoT requerem um front-end semelhante para simplificar as tarefas de acesso aos dados. De modo que os provedores de soluções devem começar a pensar seriamente sobre como construir habilidades de aplicativos móveis.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Smart Homes começam a se tornar uma demanda dos consumidores

Consumers Embrace Smart Home Technologies
USTelecom Media
09.18.2015

As a torrent of new innovations continues to flood the marketplace, smart home technologies are gaining value in consumers’ minds, according to a recent Harris Poll (link is external).

Sixty percent of Americans believe Internet-connected household devices are a positive development for homeowners – from safety benefits to cost-savings. Also, more than 78 percent surveyed said they expect new homes to be equipped with smart home technologies over the next five years.

The poll points to several “tipping points” that will impact the rate at which this trend will take off. Cost is the predominant obstacle to adoption. Thirty-seven percent said they will consider making smart home technology purchases when prices come down. Nine percent said they are waiting for technology “bugs” to be resolved prior to purchasing.

As price declines and technology becomes more reliable, consumers plan on investing in:

    Smart thermostats (40 percent);
    Smart lighting (37 percent);
    Wireless speaker systems (35 percent);
    Smart home security/monitoring systems (35 percent).

Notably, while 34 percent say they have one smart product at home, only 7 percent say they have embraced “smart home technology,” suggesting a disconnect with respect to the terminology understood by consumers.

Consumers are optimistic, though, about smart home technology. Within the next five years, 51 percent say they expect these technologies will have life-enhancing benefits, and 43 percent say it will positively influence how they manage their home.

A Coldwell Banker survey (link is external) of real estate sales associates indicates growing interest in smart home technologies among today’s buyers compared with two to five years ago:

    Sixty-two percent say buyers want to be able to control home technology via their smart phone or tablet.
    Sixty –four percent say buyers find homes more attractive when they have smart home features and technology, and one in three said homes with these features sell faster than ones that do not have them.
    Sixty percent say they have seen a substantial increase in the number of home listings that detail smart home features.

“After being on the ground at this year’s Consumer Electronics Show, it was clear that the connective tissue of smart technology in the home is entering the mainstream,” said Coldwell Banker Chief Marketing Officer Sean Blankenship (link is external). “Smart homes are solving many consumer and societal needs when you consider all of the security, energy efficiency and entertainment advantages that come along with a connected home.”
- See more at: http://www.ustelecom.org/blog/consumers-embrace-smart-home-technologies#sthash.2G6e5EK5.dpuf

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Telefonica expresses interest in AT&T's Brazil assets

  • If AT&T seeks buyers for Sky Brasil, `it's got to be us'
  • Nextel could also be M&A target, though Tim's not interested
If AT&T Inc. decides to sell its satellite-TV business Sky Brasil Servicos, it may have only one buyer: Telefonica Brasil SA.

Sky Brasil, which AT&T Inc. bought in July as part of its purchase of DirecTV, serves six million subscribers in the country that “could be complementary" to Telefonica Brasil’s existing client base, said Telefonica Brasil Chief Executive Officer Amos Genish. The company would be the “the only possible buyer” of Sky Brasil, added Alberto Horcajo Aguirre, Telefonica Brasil’s chief financial officer. Both executives spoke in an interview on Tuesday at Bloomberg’s New York headquarters.
Net, controlled by Mexico’s America Movil SAB, is the No. 1 pay-TV provider in the country, followed by Sky, Telefonica and Oi SA, which has too big a market share to buy Sky.
“After us, it’s only Oi, which doesn’t have the fire power and a small base, so it’s got to be us, because no other deal is possible," said Aguirre.

Consolidation is all but inevitable among Brazilian carriers, which are facing margin pressure from rivals and high capital expenditures. Mergers and acquisitions could be accelerated in the current economic climate, with a return to growth elusive and battles among politicians barring any progress in shoring up fiscal accounts.

“We are looking to take advantage of the assets we just got and focus where we can on improving operations,” AT&T Chief Financial Officer John Stephens said in an interview Wednesday. “Over and above that, I have no comment on any possible deals. As we have said, there are some markets, like Mexico, that are real opportunities where we see an underserved market that is growing faster than the U.S."

Telefonica Brazil is probably right that they are the leading contender for Sky Brasil, if AT&T decides to sell it, said Walt Piecyk, an analyst at BTIG LLC in New York.

Tim Not Interested

A combination between Sky Brasil and Tim Participacoes SA, the second-largest mobile carrier in Brazil with a growing fixed broadband business, “doesn’t seem to make strategic sense,” said Tim CEO Rodrigo Abreu, in a separate interview Tuesday at Bloomberg’s New York headquarters.
“We’re not aggressively pursuing consolidation as a strategy,” he said. “Obviously, if the conditions for consolidation continue to exist, if the movements end up being developed, we’re going to be ready to react."

For Tim, another possible target for consolidation is Nextel Telecomunicacoes Ltda., owned by NII Holdings Inc., which emerged from bankruptcy this year. The company has been aggressive in marketing, despite losing money, said Abreu.

“They’re spending way more than what they could in theory given the modeling of the company in an expectation obviously to boost the subscriber share so they could become more attractive," Abreu said. Yet any new customers could easily switch after promotions expire, and there’s no guarantee a buyer would be able to retain Nextel’s wireless frequencies, making an acquisition of the company “a tough case," he said.

Nextel declined to comment on the possibility of a deal. In an e-mail, the company said it’s confident in its future growth as evidenced by recent market share gains and is prepared to reach planned expectations.

Necessidades de qualidade das novas redes

Video publicado no site teleco

Neste vídeo Rafael Andrade, desenvolvimento de négócio para a área de wireless da JDSU, aborda os desafios das operadoras latinoamericanas na oferta de cobertura com qualidade para seus clientes.
Duração: 02:15

Clique na imagem ao lado para assistir


Você usa IoT ou IoE e não sabe!


Por Colaborador externo RSS | 14.09.2015 às 07h56
internet das coisas
Por Rinaldo Leão*
Desde que começamos a ouvir falar sobre globalização, a tecnologia tem sido fundamental para o desenvolvimento de novos negócios e de novas formas de comunicação. Com isso, surgiram ícones no mercado como Apple, Microsoft, Google, YouTube, assim como modernas necessidades de comunicação entre negócios, pessoas e coisas, tal como o Twiter, Facebook, WhatsApp e Skype. A Internet foi o caminho natural, sendo a rede que teria a capacidade para que isso pudesse ocorrer com popularidade, padrões abertos e ideias inovadoras.

A partir daí foram criados dispositivos portáteis com capacidade de serem multidisciplinares, que incluem acesso a voz, vídeo e web.  Sim, são os smartphones! Eles revolucionaram a forma de comunicação entre as pessoas e concretizaram um desejo que há tempos os profissionais de tecnologia sonhavam, que é ter um dispositivo capaz de fazer tudo que fosse preciso.

Ao mesmo tempo em que os dispositivos exigiam novos recursos e conectividade, as redes de acesso também iniciaram uma mudança para suportar essa nova demanda de convergência: a qualquer coisa, em qualquer lugar e a qualquer hora. A necessidade por novos serviços popularizou o uso dos smartphones e com eles os serviços de localização de pessoas, redes sociais, entrega e mensagens instantâneas se tornaram cada vez mais necessários no cotidiano das pessoas, que não veem mais esses atributos como agregadores, mas sim como essenciais.

Hoje em dia, boa parte da população do mundo que tem um smartphone e acesso à Internet utiliza algum processo de IoT (Internet of Things – Internet das coisas) ou IoE (Internet of Everything – Internet de todas as coisas). Sem perceber, estamos utilizando no nosso dia a dia processos computacionais, coisas conectadas na Internet e pessoas que são a base da IoT e IoE, tais como a solicitação de um taxi, a compra de ingressos para um show e as condições do trânsito, que incluem indicações da melhor rota em tempo ou distância para seu destino final.

São novas formas de conectividade que estão sendo criadas, novas formas de negócios que estão realmente globalizando o mundo, novas formas de comunicação que levam diferentes informações em tempo e distâncias não imaginadas anteriormente. São pessoas, coisas e processos trabalhando em conjunto para melhorar e mudar o estilo de vida.

E para que isso esteja cada vez mais disponível, seja mais abrangente e seguro, precisamos novamente da tecnologia. Sistemas eficientes e rápidos nas comunicações, conectividade em qualquer lugar e qualquer dispositivo, segurança na identificação do dispositivo, processo ou pessoa, uma logística de entrega eficiente e uma ideia nova são os principais fatores que determinarão o sucesso do negócio.

Na indústria, o IoT (ou o IoE) pode ser utilizado para melhorar processos de controle, como temperaturas de caldeiras, pressão de óleo, gás, água, distribuição de energia, entrada e saída de estoque e frota de veículos, assim como todo o processo que possa ser automatizado.

No Brasil, algumas empresas de energia começam a desenvolver a solução de SmartGrid através da utilização de medidores inteligentes, que trazem novas formas de entregar a energia que será utilizada na casa dos consumidores, com opção de controle dos gastos, informação de suspensão do fornecimento, uso da energia em tempo real e outros.  Para as concessionárias, o IoT provê informações de interrupção de energia mais precisa, utilização de energias alternativas para suprir uma demanda repentina, distribuição da energia de acordo com a fonte energética e demanda, além de melhor utilização das equipes de reparos.

Medidores inteligentes, rede wireless/mesh, fibra ótica, Internet, rede metro, Data Center, aplicações, especialistas em TI e energia são os elos que unem pessoas, processos e coisas para melhorar a qualidade e o estilo de vida, diminuir custos operacionais e otimizar a distribuição de energia.
Gigantes como Cisco, HP, EMC têm desenvolvido soluções para enfrentar esse mercado em crescimento de IoT/IoE.  Mas quem está preparado para unir esses gigantes aos fabricantes de sensores, RFID, smartphones, aplicativos e outras soluções que necessitam de integrações de sistemas de comunicações, computacionais, armazenamento, segurança da informação, órgãos governamentais, profissionais, sociedade e outros? Essa é uma tarefa para os integradores, que têm capacidade para desenvolver projetos que envolvam diversos fabricantes em todos os níveis do projeto.

O IoT/IoE já é uma realidade, já está no nosso dia a dia. E a convergência de toda essa malha de tecnologias ajudará as empresas no desenvolvimento de novos negócios e de novas formas de interação com pessoas, processos e coisas. Seja bem-vindo a essa realidade!
*Rinaldo Leão é diretor de pré-vendas da Divisão de Plataformas da Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação.



O conteúdo do Canaltech é protegido sob a licença Creative Commons (CC BY-NC-ND). Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção. 

Projeto de dados pessoais será discutido pela Câmara de M2M


Maximiliano Martinhão disse que o setor privado acredita que o projeto lançado à consulta pública pelo Ministério da Justiça pode afetar o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) e, por isto, o tema será estudado pela Câmara, que é multi stakeholder.



A Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas Máquina a Máquina (M2M, na sigla em inglês), que se reuniu esta semana,11, além de definir os sete setores prioritários para o desenvolvimento de políticas públicas, aprovou também o estudo aprofundado do projeto de lei sobre dados pessoais que está em consulta pública.
Isto porque, explicou o coordenador geral da Câmara, o secretário de telecomunicações, Maximiliano Martinhão, em evento promovido ontem,11, pela Momento Editorial, o setor privado apontou preocupações com a proposta formulada pelo Ministério da Justiça, lançada à consulta pública. “O setor privado entende que o projeto, tal como foi apresentado, poderá inibir o desenvolvimento do M2M e da Internet das Coisas, e por isso vamos estudar a fundo este assunto, já que a Câmara é formada também por representantes da Academia e do governo”, afirmou ele.
As sete verticais que serão priorizadas para o desenvolvimento de ações são as de cidades inteligentes, agricultura, saúde, educação, transporte, energia e produtividade industrial. Para Martinhão, os números de acessos M2M ainda são muito pequenos, e estão aquém das potencialidades do mercado brasileiro.
Conforme a Anatel, existem cerca de 10 milhões de chips máquina a máquina no país, número pequeno, frente a uma frota anual de 40 milhões de automóveis ou de 60 milhões de residências, que precisam de energia. “O setor privado precisa puxar a demanda”, assinalou Martinhão.

IoT pode ser instrumento de política pública, diz especialista



Internet-das-coisas

Até 2020, cerca de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados à Internet das coisas (IoT, na sigla em iglês). Segundo estudos, o setor movimentará algo em torno de US$ 19 trilhões. Para a administração pública, em especial para as prefeituras, o grande desafio será fazer os investimentos necessários para transformar a nova tecnologia em instrumento de políticas públicas.
Segundo o analista de Infraestrutura e chefe do Núcleo de Internet das Coisas do Ministério das Comunicações, Guilherme Corrêa, as empresas interessadas em prestar serviços nessa área às prefeituras precisam mostrar que as aquisições podem representar economia e redução de gastos para os municípios

“A IoT inevitavelmente será usada para auxiliar a administração pública a ampliar e melhorar suas políticas públicas. Isso ficará mais claro até o final do ano, quando lançaremos as diretrizes do Plano Nacional M2M [termo que se refere à comunicação entre máquinas]”, disse Corrêa à Agência Brasil, após participar de um painel no seminário Huawei Innovation Day, em Brasília.

O analista citou estudos prevendo que, até 2020, haverá no mundo cerca de 50 bilhões de dispositivos conectados à internet das coisas, e que isso acarretará na necessidade de investimentos em larga escala para a prestação de serviços por meio dessa tecnologia. “Para os municípios brasileiros, isso poderá acarretar em dificuldades, caso não resolvam os problemas de falta de recursos”, afirmou.
Ao se dirigir a representantes do setor privado, Corrêa sugeriu que, ao oferecer seus produtos, as empresas precisam deixar claro que as propostas representam “economia e redução de gastos”. “A solução será, por exemplo, mostrar [às prefeituras] que a economia com iluminação pública ou transporte público será maior do que o custo para a implantação da internet das coisas nos postes ou no sistema de transportes”.

Essa estratégia pode também ser adotada no âmbito do governo federal, que planeja acionar órgãos e ministérios com potencial de uso da tecnologia para a oferta de políticas públicas. Com esse propósito, o Ministério das Comunicações tem mantido diálogo constante com as pastas de Agricultura; Cidades; Minas e Energia; e Educação. “Se embarcarmos juntos, criaremos demanda e escala. Com isso, reduziremos preços.”

O governo poderá usar também sua capacidade de mobilização para fazer a tecnologia avançar a um custo mais barato por meio da economia de escala, com a ajuda de outros setores. “Uma alternativa será o uso de recursos não-financeiros, por meio do poder de mobilização do Estado junto a diversos setores, também com o propósito de criar demanda e escala.”

Ainda está dentro das estratégias do governo e das diretrizes do Plano Nacional M2M – para tornar mais barata a prestação de serviços e de políticas públicas por meio da internet das coisas – viabilizar investimentos em pesquisa e desenvolvimento, capacitação e estudos de padrões de segurança e interoperabilidade dessa tecnologia.

*Reportagem de VPedro Peduzzi, da Agência Brasil

Teles buscam parceiros para vender IoT


Mobile Time, Fernando Paiva, de Hong Kong*

Compartilhar1

As operadoras celulares estão percebendo que há uma grande oportunidade no mercado de Internet das coisas (IoT) e não estão dispostas a cumprirem um papel de vender apenas a conectividade. Elas querem comercializar soluções fim a fim para os consumidores, o que pode incluir o aparelho em si, o software e, claro, a conexão à rede móvel. Para tanto, contudo, buscam parceiros que as ajudem a modelar os serviços. Isso ficou claro nas palestras da sul-coreana SK Telecom, da francesa Orange e da inglesa EE, durante o 3G/LTE Summit, evento organizado pela Qualcomm nesta terça-feira, 15, em Hong Kong.
"IoT hoje pode ser um pesadelo para o consumidor, por causa da fragmentação de tecnologias e padrões", comentou Yves Maître, vice-presidente executivo de parcerias e objetos conectados da Orange. A ideia das teles é aproveitar essa fragmentação para se posicionarem como experts capazes de entregar uma solução completa e "plug and play". O executivo francês diz que sua inspiração veio de um projeto recente conduzido na África para o fomento de Internet móvel. Diante de um público que resistia a migrar de feature phone para smartphone, a empresa decidiu simplificar ao máximo esse processo e criou um pacote chamado Klif Pack. Ele consiste em um smartphone de entrada com Firefox OS com um SIMcard embarcado que dá 360 minutos, 100 mensagens de texto e um pacote dados durante três ou seis meses, dependendo do país, por US$ 40. É praticamente um preço subsidiado, mas quando termina o período de validade os usuários acabam comprando créditos pré-pagos para continuar usando os serviços. "Os resultados em ARPU superaram as nossas expectativas, Estamos fomentando a migração de feature phone para smartphone", relata Maître.
A ideia é adotar a mesma estratégia do Klif Pack com IoT. Por ser um conceito novo com o qual os consumidores talvez tenham alguma resistência, a saída é vender um pacote fechado, com tudo pronto para começar a usar imediatamente. Um primeiro exemplo foi lançado na Inglaterra pela operadora EE: uma câmera para gravar esportes de ação que já vem com um SIMcard embutido e plano de dados. A câmera acompanha um relógio no qual se pode monitorar o que está sendo filmado. "É como um canal de TV privado para você transmitir para um grupo de amigos via rede social ou email", descreveu Fotis Karonis, CTO da EE.
"Não podemos ser apenas um cano burro. Vender conectividade não é suficiente. Temos que ter redes inteligentes", resumiu Jin-Hyo Park, vice-presidente sênior de tecnologia de rede da SK Telecom, que aposta em soluções de carros conectados, saúde móvel e casas inteligentes.
Forum Mobile+
O papel das operadoras no mercado de Internet das Coisas (IoT) será debatido ao longo do dia 23 de setembro, durante a 8a edição do Forum Mobile+. Rogério Guerra, diretor de mobilidade da Embratel Claro Empresas, fará uma palestra exatamente sobre esse tema. No mesmo evento haverá painéis sobre soluções de IoT para cidades e para a indústria.
O Forum Mobile+ acontecerá nos dias 22 e 23 de setembro, no WTC, em São Paulo. O evento é organizado pela Converge Comunicações e sua curadoria é feita pelos editores do MOBILE TIME (Fernando Paiva), TELETIME (Samuel Possebon) e TI INSIDE (Claudiney Santos). A grade atualizada do evento e maiores informações estão disponíveis no site do Forum Mobile+. Inscrições podem ser feitas pelo telefone 0800-7715-028.

domingo, 20 de setembro de 2015

Lei das Antenas ainda precisa ser trabalhada em municípios


quinta-feira, 17 de setembro de 2015 , 18h14

O setor comemorou em abril a sanção da Lei nº 13.116/2015, a Lei das Antenas, mas ainda acredita que há espaço para melhorias, sobretudo na adequação das legislações municipais. Durante workshop na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nesta quinta, 17, especialistas e representantes do governo e de operadoras reconheceram que muito do trabalho tem de ser feito junto às prefeituras.

Na visão do diretor do departamento de Infraestrutura para Inclusão Digital do Minicom, Américo Tristão Bernardes, há o problema do ponto de vista da administração pública também. Ele sugere a abordagem da prefeitura de Maricá (RJ), que assumiu a responsabilidade de fazer a limpeza dos postes para "otimizar o uso, garantindo melhoria no serviço prestado". Bernardes ressalta: a Lei das Antenas disciplina, mas o tema ainda precisa ser mais discutido.

De fato, muita conversa ainda deve ser necessária. Para o presidente executivo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura, o processo de obtenção de licença municipal precisa ser célere, estável, colaborativo, seguro e, sobretudo, homogêneo. "Não adianta poder colocar antena em um lugar, deixando um buraco em outro", afirma. Ele reforça que a implantação de antenas "não é um favor", mas algo de interesse da cidade e do munícipe.

Moura reclama que algumas legislações municipais expõem as teles à insegurança jurídica ao estabelecer multas que estariam inviabilizando o serviço. "Municípios percebem em telecom um alvo de receitas oportunistas, com valores muitas vezes desproporcionais, que desmotivam ou tornam totalmente inviável a expansão de rede", declara.

Mesmo com o veto do silêncio positivo (que daria licenças de forma automática em caso de inércia das prefeituras), considerado inconstitucional por se sobrepor às legislações municipais, o diretor de infraestrutura do SindiTelebrasil, Ricardo Dieckmann, avaliou que o prazo de 60 dias para o licenciamento estabelecido na Lei das Antenas foi positivo. "É importante porque muitas prefeituras sequer tinham prazos, e é muito comum que o licenciamento durasse um ano", afirma. O sindicato propõe o uso de fundo setorial (especialmente o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, o Fust), elaboração de editais focados em expansão de cobertura e município.

À prova de futuro

O diretor de tecnologia da Nokia Networks, Wilson Cardoso, chama a atenção também para a necessidade de uma legislação tecnologicamente neutra, que permita mais antenas não apenas para a cobertura LTE, mas também para o futuro. "O 5G requer uma célula em cada poste, porque as frequências são muito altas. Se estamos discutindo legislação para isso, teremos que chegar a uma torre por poste. Ela tem que ser compartilhada, não pode ser para cada operadora, e tem que ter fibra", pontua

Indústria cobra desburocratização para instalar antenas em São Paulo

Ao centro: João Moura, da Telcomp; e o vereador Mário Covas Neto (PSDB-SP)


sexta-feira, 18 de setembro de 2015 , 17h20

Maior cidade do País, São Paulo ainda enfrenta problemas de infraestrutura de telecomunicações, em especial pela dificuldade de as prestadoras lidarem com a burocracia da legislação municipal atual para o licenciamento de antenas, como período para obtenção da autorização e até multas de até R$ 100 mil. Em seminário na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na quinta-feira, 17, representantes do setor cobraram adequação das regras à nova Lei das Antenas (Lei nº 13.116/2015), sancionada em abril pela presidenta Dilma Rousseff.

O Projeto de Lei (PL) nº 751/2013, do vereador José Américo (PT), já toma como base vários pontos da Lei federal. Esse PL passou pela primeira votação no dia 27 de março do ano passado e agora aguarda Plenário para a segunda votação. Mas o vereador Mário Covas Neto (PSDB) não sabe dizer o motivo da proposta não ter voltado à pauta. "Esse projeto é de autoria de José Américo, ex-vereador do PT e presidente da Câmara quando foi deputado estadual, então o projeto ficou sem pai", diz ele.
Covas explica que, mesmo assim, o projeto é subscrito por 16 vereadores de vários partidos. "Não sou, mas posso ser subscritor e posso ser alguém para provocar que vá ao Plenário", sugere. O vereador justifica também que há uma falta de conhecimento técnico acerca do projeto, em especial de pontos que eram polêmicos na Lei nº 13.756/2004, de autoria da ex-prefeita Marta Suplicy, como a necessidade de instalação com 100 m de distância entre estações radiobase (ERBs) e outras restrições com a radiação.

O Projeto de Lei do vereador José Américo endereça isso, e a minuta não chegou a ter mudanças após a primeira votação. No entanto, Mário Covas Neto encaminhará proposta de emenda que prevê a criação de uma comissão conforme previsto no artigo 24 da Lei das Antenas (nº 13.116/2015). A redação inclui a instituição de uma comissão de natureza consultiva, formada por representantes da sociedade civil e operadoras, com a finalidade de contribuir para a implantação da Lei. Outra emenda é o artigo 271 do regimento interno, que implica na revogação das leis anteriores do município.

Capital digital

"Em cidades como São Paulo, investimentos podem fluir com muita velocidade se tanto o legislativo quanto o executivo criarem condições", sugere o presidente executivo da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), João Moura. Ele afirma que tem pressionado a Câmara para a votação, mas diz que há "desinteresse ou preocupação" por não haver ninguém para levar o tema de volta à pauta. "O município de São Paulo tem todos os requisitos para ser a capital digital da América Latina, mas não vamos a lugar nenhum com uma lei que inviabiliza colocar antenas de forma responsável", lamenta.
O vereador Mário Covas Neto propôs se reunir com operadoras para acolher sugestões de outras emendas ao PL. Afirmou ainda que iria se empenhar para tentar colocar na pauta a segunda votação do texto, mas não soube dar prazos para que isso aconteça, lembrando que quem faz a pauta é o presidente da Câmara, Antonio Donato (PT).

Sem cobrança em postes

O vereador também propõe outro tema de agrado ao setor: o compartilhamento de postes com as distribuidoras elétricas sem a cobrança de tarifas. "Ninguém vai ganhar com isso, nem a Eletropaulo, nem ninguém. Isso será revertido para a expansão do sistema (de telecomunicações) e para que possamos chegar rapidamente ao número de antenas necessário", explica ele. A sugestão é que a economia com o aluguel dos postes para as operadoras seja revertida em benefícios para o consumidor, como descontos ou iniciativas sociais.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Bilhões de sensores conectados e necessitamos de uma rede para interliga-los.

Em dez anos, sensores poderão estar espalhados nas paredes de nossas casas, em nossas roupas e até mesmo em nossos cérebros, prevê pesquisador
11 de Setembro de 2015 - 17h04
Em apenas dez anos, nós poderemos viver em um mundo onde sensores estão espalhados nas paredes de nossas casas, em nossas roupas e até mesmo em nossos cérebros. Em resumo, esqueça que Internet das Coisas se limitará ao campo de sua cafeteira ou na preocupação que a sua geladeira tem com seus alimentos. Até 2025, nós estaremos vivendo em um mundo onde um trilhão de dispositivos estão conectados.
Essa é, pelo menos, a previsão do professor em engenharia elétrica e ciências da computação na Universidade da Califórnia, Alberto Sangiovanni-Vincentelli. "Inteligência pode ser incorporada em qualquer coisa", diz. "Todo nosso ambiente estará coberto de sensores de todos os tipos. Sensores químicos, câmeras e microfones de todos os tipos e formatos. Sensores checarão a qualidade do ar e temperaturas. Microfones ao seu redor escutarão seus comandos", completa.
Segundo o professor, esse será o mundo onde dispositivos conectados e sensores estarão ao nosso redor - e até mesmo dentro de nós.
"É realmente excitante", diz. Nós teremos sensores que são inteligentes e interconectados, prevê. A maioria das coisas em nosso ambiente - desde roupas a móveis em nossas casas - pode ser inteligente. Sensores poderiam ser colocados na tinta e posto em nossas paredes.
Nós simplesmente falaremos alto e a informação será nos dadas imediatamente sem que nós tenhamos o trabalho árduo de digitar em uma buscador online, ligações poderão ser feitas assim como um robô poderá limpar a sua casa e fazer o jantar.
E pense, com sensores implantados em nossos cérebros, nós nem precisaremos falar para interagir com nosso ambiente inteligente.
"A interface homem-máquina terá sensores colocados em nossos cérebros, coletando informação sobre o que pensamos e transmitindo isso em um mundo complexo que nos cerca", disse Sangiovanni-vincentelli. Algo que poderia concretizar o seu pensamento por um café, por exemplo.
E isso não é um sonho ou algo para ser fabricado para filmes futuristas. Pam Melroy, uma dos diretores da DARPA (Agência de Pesquisa de Projetos de Defesa Avançada dos EUA), disse que o professor não está sonhando.
“Eu realmente acho que há alguma coisa aí”, disse Melroy que já foi astronauta da NASA e das Forças Aéreas americanas.
"No mínimo, nós deveríamos estar nos preparando para isso e pensando no que será necessário. Nós entramos em lugares muito ruins quando a tecnologia ultrapassa o nosso planejamento e pensamento. Eu preferiria me preocupar sobre isso e me preparar, mesmo que leve 20 anos para se tornar verdade, do que apenas deixar isso evoluir de uma forma caótica”.
 Por que isso importa
Enquanto ter uma vida de trilhões de dispositivos conectados pode acontecer logo nos próximos dez anos, o pesquisador indica que há ainda muito trabalho para chegar lá. Primeiro, nós simplesmente não temos ainda a rede necessária para suportar tantos dispositivos conectados. Nós precisaríamos de protocolos de comunicação que consumem pequenas quantidades de energia e que consigam transmitir grandes quantidades de informação, ele explica.
E empresas precisariam de um número maior de sensores finos, leves e sensores baratos. Nós precisaremos de maior e melhor segurança para nos defender de hacks em nossas roupas, paredes e, bem, em nossos cérebros.
E, consequentemente, a tecnologia de nuvem teria que crescer para lidar com todo esse tipo de informação e quantidade que trilhões de dispositivos criarão.
Mas bem, com toda essa quantidade de dispositivos conectados, muitos de nós ficamos ansiosos sobre o que isso pode significar para a nossa privacidade. No entanto, Sangiovanni-Vincentelli não é um deles. "Falta de privacidade não é um problema", diz. "Nós a já perdemos... Se o governo me quer agora, ele me terá. Tudo sobre mim está registrado em algum lugar. O que mais nós poderemos perder?"
Melroy também parece estar mais animada do que nervosa sobre o aumento da digitalização de nosso futuro. "Eu penso que ter formas de nos tornar mais saudáveis e eficientes é algo bom. Há uma evolução social que acontece com a evolução tecnológica. Nós já fomos preocupados sobre câmeras e implicações de privacidade ao tirar fotografias de pessoas. O desafio é fazer com que o ritmo da mudança coincida com a evolução social”.


Caesb de troca 400 mil hidrômetros no Distrito Federal com auxílio de BI


Postado em: 09/09/2015, às 19:21 por Redação
shutterstock_264417311
Como substituir 400 mil hidrômetros em um cenário em que a gestão dos serviços era realizada sem nenhum auxílio da tecnologia? A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal – Caesb, implemento um projeto de integração de soluções apoiado por uma plataforma analítica da MicroStrategy. Como resultado, além de agilizar o processo de substituição dos medidores, ganhou em produtividade e controle do volume de água consumido.
As perdas ocasionadas pela submedição dos hidrômetros, que já haviam atingido sua vida útil, reduziram-se, o que, por sua vez, reflete positivamente tanto nos resultados financeiros da instituição como em benefícios para o meio ambiente, garantindo a continuidade da Caesb no patamar de menor índice de perda do país, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento – SNIS.
A Caesb é responsável por diferentes atividades nos campos de saneamento e processos associados. A empresa atende 2,59 milhões de pessoas com serviços de abastecimento de água e 2,45 milhões com os serviços de coleta de esgoto sanitário, o que corresponde, respectivamente, a 98% e a 82% da população do Distrito Federal, tratando ainda 100% do esgoto coletado.
Com o intuito de promover melhorias em seus processos, a Assessoria de Tecnologia da Informação (PRT) da companhia de saneamento do Distrito Federal, direcionou investimentos na integração de diferentes tecnologias, como datawarehouse, aplicativos móveis e sistemas de informações geográficas. Para isso foram também realizadas melhorias nos processos internos, com o objetivo de aderência às melhores práticas de governança de TI.
Foi no contexto deste amplo projeto de atualização que a plataforma analítica MicroStrategy foi inserida, principalmente para atender o maior desafio, que era a substituição de 400 mil medidores de consumo espalhados por toda a região de atendimento da Caesb. Anteriormente, para que um hidrômetro fosse trocado, todos os formulários, inclusive o da solicitação do aparelho junto ao departamento de logística, eram em papel e os dados apenas eram inseridos no sistema após a conclusão do serviço, ocasionando morosidade e inviabilizando o cumprimento de metas.
Para viabilizar a orientação de troca de hidrômetros no prazo pretendido,  além de associar a iniciativa a um retorno mais eficiente e ágil para a Caesb, um grande volume de dados – cerca de 300 Gygabites de informações, com 43 parâmetros diferentes, tais como idade do hidrômetro, volume consumido, volume de perdas, entre outros – foi analisado. Também, com base na ferramenta analítica, foram criados painéis que permitem o acompanhamento diário das trocas e que ainda respondem a questões como a quantidade de hidrômetros trocados por dia/mês/ano, bem como rendimento das equipes em diversos cenários. A eficiência do projeto também é avaliada, considerando diversos parâmetros, por meio de relatórios que compilam as informações relacionadas ao pós-troca, armazenadas no datawarehouse.
Hoje, o resultado da análise de cada equipamento a ser substituído é repassado automaticamente ao sistema comercial da Caesb, que importa a tabela de priorização e cria as ordens de serviço. Estas guias, por sua vez, são encaminhadas para as equipes de execução em campo, por meio de um sistema móvel, que também emite um aviso a cada finalização de serviço. "Sem o BI da MicroStrategy não seria possível solucionar este desafio em função do tamanho da base de dados e da quantidade de parâmetros a serem considerados. A ferramenta facilitou a gestão trazendo transparência e eficácia para os processos internos e foi essencial em todas as fases do projeto", enfatiza Márcia Sabino Duarte, CIO da Caesb.

A contratação da ferramenta, assim como dos demais fornecedores que fizeram parte do projeto, ocorreu por meio de uma licitação pública. Dentro deste próprio projeto, a utilização da tecnologia MicroStrategy deverá ser ampliada. A ideia é implementar o MicroStrategy Mobile para que a alta direção possa acompanhar, de onde estiverem, a partir de dispositivos móveis, os resultados dos trabalhos que estão sendo executados pela equipe da Caesb. Outros projetos, como o de Inteligência Competitiva, o de Indicadores da Manutenção – que permitem avaliar o SLA dos serviços prestados, o de Fluxo de Caixa Financeiro, o de Planejamento x Orçamento x Execução, e o de avaliação dos dados comerciais, também estão sendo desenvolvidos com base na tecnologia analítica.

sábado, 12 de setembro de 2015

What's the difference between antivirus and anti-malware?


|
                       

It's the $64,000 question. The ultimate question of life, the universe, and everything. (And no, the answer isn't 42.) Whenever someone begins their search for online security, they ultimately discover there are two major types of protection: antivirus and anti-malware. Which leads them to the inevitable query:
What's the difference between antivirus and anti-malware?

Virus vs. malware

Before we can answer that, we need to first unveil what, exactly, are viruses and malware. A virus is a piece of code that is capable of copying itself in order to do damage to your computer, including corrupting your system or destroying data. Malware, on the other hand, is an umbrella term that stands for a variety of malicious software, including Trojans, spyware, worms, adware, ransomware, and yes, viruses. So the logic follows: all viruses are malware. Not all malware are viruses. Ya dig?
Unfortunately we can't stop there because it's a little more complicated than that. Viruses are considered to be legacy threats. By this we mean: they've been around for a while and haven't changed all that much. They aren't used very often by today's cyber criminals, which is why many antivirus companies have evolved to fight more than "just" viruses. This can include infectious malware like worms, web threats like keyloggers, or concealment malware, such as rootkits.
So why do antivirus companies still call themselves antivirus? Since viruses made headlines in the 90s, security companies focused their efforts on fighting them. Thus the term antivirus was born. It all boils down to marketing. Most people are familiar with computer viruses and what they do. Not a lot of people know what malware is.

Compare and contrast

Still, there are key differences between antivirus and anti-malware software that go beyond semantics. What differentiates antivirus and anti-malware companies are the types of malware they specialize in and how they deal with them.
Antivirus usually deals with the older, more established threats, such as Trojans, viruses, and worms. Anti-malware, by contrast, typically focuses on newer stuff, such as polymorphic malware and malware delivered by zero-day exploits. Antivirus protects users from lingering, predictable-yet-still-dangerous malware. Anti-malware protects users from the latest, currently in the wild, and even more dangerous threats. In addition, anti-malware typically updates its rules faster than antivirus, meaning that it's the best protection against new malware you might encounter while surfing the net. By contrast, antivirus is best at crushing malware you might contract from a traditional source, like a USB or an email attachment.
If antivirus and anti-malware were dances, antivirus would be the waltz and anti-malware would be hip-hop.

So which one should you choose?

No one tool can catch everything, which is why security experts recommend a layered approach. It's better to have more than one set of eyes looking at threats from different angles. "I'm sure you've heard the old saying 'jack of all trades, master of none,'" says Samuel Lindsey, Malwarebytes user advocate. "That's how I see all-in-one security suites; they just can't detect everything on any given day."
Your best bet is to use an antivirus program to catch the classic threats and an anti-malware program, like Malwarebytes Anti-Malware Premium, for the newer, more advanced dangers. And you needn't worry about the impact of running two real-time scanners at the same time on your machine's performance—most anti-malware software is lightweight, easy-to-run, and designed to work alongside antivirus.
So there you have it. Your questions have all been answered. You may now be at peace…
…until you wonder how to remove malware from your already-infected PC.

Regulador britânico promove uso do IoT em VHF baixo

Banda pode ser nova fronteira de inovação, na opinião da Ofcom.



A Ofcom, agência reguladora das telecomunicações do Reino Unido, separou 10 Mhz do espetro VHF para uso de dispositivos de internet das coisas em longa distância. O leilão desta cota deve acontecer no próximo ano. Uma consulta pública fica aberta até novembro para debater a ocupação das frequências, que ficam entre 55-68 Mhz, 70,5-71,5 MHz e 80,5-81,5 Mhz.
A opinião do regulador é que o destino para IoT pode resolver problemas de conectividade de objetivos situados em áreas rurais. A banda, portanto, seria destinada a uso em soluções agrícolas, como a conectividade de máquinas usadas no campo e controle de rebanhos, ou mesmo em aplicações marítimas, como piscicultura.
O debate deve alterar também as normas das licenças VHF atualmente em uso ou disponíveis, a fim de facilitar a inovação. Atualmente, diz a Ofcom, as licenças disponíveis não são procuradas porque as empresas confundem a legislação entendem que sejam exclusivas para a entrega de serviços de voz, por rádio. No Brasil, o VHF é usado para o rádio FM, comunicação de missão crítica, TV e rádio amador. (Com agências internacionais)

IoT necessita rede especializada


Em dez anos, sensores poderão estar espalhados nas paredes de nossas casas, em nossas roupas e até mesmo em nossos cérebros, prevê pesquisador


Sharon Gaudin, 11 de Setembro de 2015 - 17h04

Em apenas dez anos, nós poderemos viver em um mundo onde sensores estão espalhados nas paredes de nossas casas, em nossas roupas e até mesmo em nossos cérebros. Em resumo, esqueça que Internet das Coisas se limitará ao campo de sua cafeteira ou na preocupação que a sua geladeira tem com seus alimentos. Até 2025, nós estaremos vivendo em um mundo onde um trilhão de dispositivos estão conectados.

Essa é, pelo menos, a previsão do professor em engenharia elétrica e ciências da computação na Universidade da Califórnia, Alberto Sangiovanni-Vincentelli. "Inteligência pode ser incorporada em qualquer coisa", diz. "Todo nosso ambiente estará coberto de sensores de todos os tipos. Sensores químicos, câmeras e microfones de todos os tipos e formatos. Sensores checarão a qualidade do ar e temperaturas. Microfones ao seu redor escutarão seus comandos", completa.

Segundo o professor, esse será o mundo onde dispositivos conectados e sensores estarão ao nosso redor - e até mesmo dentro de nós.

"É realmente excitante", diz. Nós teremos sensores que são inteligentes e interconectados, prevê. A maioria das coisas em nosso ambiente - desde roupas a móveis em nossas casas - pode ser inteligente. Sensores poderiam ser colocados na tinta e posto em nossas paredes.

Nós simplesmente falaremos alto e a informação será nos dadas imediatamente sem que nós tenhamos o trabalho árduo de digitar em uma buscador online, ligações poderão ser feitas assim como um robô poderá limpar a sua casa e fazer o jantar.
E pense, com sensores implantados em nossos cérebros, nós nem precisaremos falar para interagir com nosso ambiente inteligente.

"A interface homem-máquina terá sensores colocados em nossos cérebros, coletando informação sobre o que pensamos e transmitindo isso em um mundo complexo que nos cerca", disse Sangiovanni-vincentelli. Algo que poderia concretizar o seu pensamento por um café, por exemplo.
E isso não é um sonho ou algo para ser fabricado para filmes futuristas. Pam Melroy, uma dos diretores da DARPA (Agência de Pesquisa de Projetos de Defesa Avançada dos EUA), disse que o professor não está sonhando.

“Eu realmente acho que há alguma coisa aí”, disse Melroy que já foi astronauta da NASA e das Forças Aéreas americanas.

"No mínimo, nós deveríamos estar nos preparando para isso e pensando no que será necessário. Nós entramos em lugares muito ruins quando a tecnologia ultrapassa o nosso planejamento e pensamento. Eu preferiria me preocupar sobre isso e me preparar, mesmo que leve 20 anos para se tornar verdade, do que apenas deixar isso evoluir de uma forma caótica”.

Por que isso importa

Enquanto ter uma vida de trilhões de dispositivos conectados pode acontecer logo nos próximos dez anos, o pesquisador indica que há ainda muito trabalho para chegar lá. Primeiro, nós simplesmente não temos ainda a rede necessária para suportar tantos dispositivos conectados. Nós precisaríamos de protocolos de comunicação que consumem pequenas quantidades de energia e que consigam transmitir grandes quantidades de informação, ele explica.

E empresas precisariam de um número maior de sensores finos, leves e sensores baratos. Nós precisaremos de maior e melhor segurança para nos defender de hacks em nossas roupas, paredes e, bem, em nossos cérebros.

E, consequentemente, a tecnologia de nuvem teria que crescer para lidar com todo esse tipo de informação e quantidade que trilhões de dispositivos criarão.

Mas bem, com toda essa quantidade de dispositivos conectados, muitos de nós ficamos ansiosos sobre o que isso pode significar para a nossa privacidade. No entanto, Sangiovanni-Vincentelli não é um deles. "Falta de privacidade não é um problema", diz. "Nós a já perdemos... Se o governo me quer agora, ele me terá. Tudo sobre mim está registrado em algum lugar. O que mais nós poderemos perder?"

Melroy também parece estar mais animada do que nervosa sobre o aumento da digitalização de nosso futuro. "Eu penso que ter formas de nos tornar mais saudáveis e eficientes é algo bom. Há uma evolução social que acontece com a evolução tecnológica. Nós já fomos preocupados sobre câmeras e implicações de privacidade ao tirar fotografias de pessoas. O desafio é fazer com que o ritmo da mudança coincida com a evolução social”.

Dez aplicações possíveis do conceito de Internet das Coisas em PMEs


Possibilidades da IoT são infinitas e vão desde a gestão do ciclo de vida do produto até o uso em verticais específicas

09 de Setembro de 2015 - 16h55


Internet das Coisas (IoT) é a “revolução silenciosa…cuja hora finalmente chegou” de acordo com uma pesquisa recente da Unidade de Inteligência Economista (EIU), que mostra que 96% dos líderes de negócios esperam que seus negócios estejam usando Internet das Coisas, de uma forma ou de outra, em 2016.

Além disso, 60% dos 779 líderes de negócios globais que participaram da pesquisa concorda que empresas lentas na integração de Internet das Coisas ficarão para trás de seus competidores.
No entanto, tais iniciativas não são apenas para grandes corporações. A Internet das Coisas também oferece muitas oportunidades para as pequenas e médias. Na verdade, investir em aplicações e tecnologia ao invés de mais pessoas, as PMEs e startups podem ser igualmente - ou até mais – competitivas, mesmo continuando pequenas.
As possibilidades que surgem com a Internet das Coisas são infinitas, passando por todos os estágios do ciclo de vida do produto até ocasiões de uso em indústrias verticais específicas. Aqui estão 10 exemplos de como PMEs podem utilizar Internet das Coisas para manter uma vantagem competitiva:
1. Design e Marketing de Produto – Sensores podem reportar exatamente onde, quando e como um produto é usado para ajudar em processos de design e marketing. O processo de coleta de dados em tempo real pode ter um custo menor, ser mais rápido e mais preciso que pesquisas com o consumidor e pesquisas de mercado.
2. Manutenção de Produto – Informação sobre desgaste de componentes pode ajudar a cortar custos de manutenção e operação, além de identificar potenciais falhas de equipamento antes que quebrem completamente. Por exemplo, se uma máquina quebra durante uma impressão o dano financeiro é bem alto incluindo o custo do envio de técnicos para reparos emergenciais, assim como a perda de confiança do consumidor e possíveis penalidades por atraso na entrega. Ao sentir vibrações ou indicações de calor que possam indicar potenciais problemas nos equipamentos, os técnicos podem ser enviados proativamente para prevenir a falha no equipamento.
3. Vendas de Produtos – Monitorando a condição e o uso de componentes conectados, PMEs podem prever quando consumidores precisarão de peças de substituição e garantir que tenham os produtos certos disponíveis no inventário. Vendas proativas de partes de reposição podem também prevenir perda de receita para outros vendedores.
4. Engenharia de Produto – Monitorar condições das máquinas, configurações e uso pode resultar em ajustes que podem melhorar escolhas de materiais e de design.
5. Logística – Sensores em grandes contêineres de entrega podem receber dados em tempo real sobre onde está um pacote, qual a frequência de manuseio e qual sua condição. Ao conectar esta informação com o sistema de gerenciamento do depósito, empresas podem aumentar sua eficiência, acelerar o tempo de entrega e melhorar o atendimento ao consumidor.
6. Processos de Fabricação – Ao monitorar a condição, as definições e o uso do equipamento de produção, os problemas que impactem os níveis de saída podem ser identificados para ativar ações de correção e aumentar o tempo de funcionamento e a eficiência.
7. Manutenção de Frota – Sensores podem ser usados para monitorar velocidade, quilômetros por litro, quilometragem, número de paradas e saúde do motor para frotas de serviço de campo. Ao monitorar a condição do veículo e problemas de uso, reparos podem ser agendados evitando interrupções inesperadas na logística, comportamentos que diminuam a eficiência do combustível podem ser identificados e dicas de condução customizadas podem ser distribuídas. Além de diminuir os custos do combustível, manutenção e condução mais eficientes podem diminuir emissões de CO² e aumentar a expectativa de vida dos veículos.
8. Transporte – PMEs podem oferecer serviços baseados em aplicações de Internet das Coisas para promover a tendência de cidade inteligente. Por exemplo, Barcelona oferece parquímetros inteligentes que operam através de Wi-Fi na cidade toda, fornecendo aos moradores atualizações em tempo real sobre vagas disponíveis e permitindo que paguem com seu próprio telefone. Pontos de ônibus inteligentes exibem os horários de chegada de forma precisa e possibilitam que os passageiros recebam atualizações adicionais em tempo real através de painéis touch screen.
9. Agricultura – Sensores podem ser usados para monitorar temperatura do ar, do solo, velocidade do vento, umidade, radiação solar, probabilidade de chuva, umidade das folhas e coloração das frutas. Agricultores podem melhorar seus rendimentos utilizando estes dados para ajustar fatores como horários e quantidades de irrigação e períodos de colheita.
10. Medicina – Usando Internet das Coisas, os médicos e hospitais podem coletar e organizar dados vindos de dispositivos médicos conectados, incluindo wearables e monitores de saúde instalados nas casas. Ao coletar dados em tempo real, profissionais da medicina têm dados mais completos de seus pacientes, melhorando o atendimento através de diagnósticos e tratamentos mais eficazes.
Seja usando aplicações de Internet das Coisas para simplificar cadeias de produção, melhorar o conhecimento de seu cliente ou gerenciar consumo de energia, algo que todas as aplicações de Internet das Coisas têm em comum é a necessidade de se conectar.
Dados de sensores e dispositivos remotos precisam estar combinados com um ou mais sistemas back-end das PMEs incluindo seus CRMs, ERPs, gerenciamento de depósito, pagamento, atendimento ao cliente ou outras aplicações para ativar automaticamente notificações ou processos de negócios completos, ou para fornecer um painel abrangente de todas as informações importantes.
PMEs deveriam procurar uma plataforma de integração com recursos de computação em memória para fornecer processamento em tempo-real e à prova de erros da vasta quantidade de dados produzidos por sistemas de Internet das Coisas. Com todas as ferramentas para o sucesso disponíveis, não há época melhor do que está para começar.
*Stephan Romeder é managing director da Magic Software Europe.

Ericsson, Intel e Nokia querem usar 4G para IoT


Postado em: 11/09/2015, às 18:07 por Bruno do Amaral
IoT
As fornecedoras Ericsson, Intel e Nokia anunciaram nesta sexta-feira, 11, um apoio conjunto para a adoção da tecnologia de banda estreita para o LTE (NB-LTE, na sigla em inglês) para a Internet das Coisas (IoT). As empresas deverão trabalhar juntas para o desenvolvimento e comercialização de produtos com esse tipo de acesso, considerado por elas mais adequado para IoT por conta do baixo custo de implantação, facilidade de uso e eficiência energética.
Os chipsets ficarão com a Intel, que planeja começar a fabricar os componentes no começo de 2016. Por sua vez, Ericsson e Nokia se encarregarão de fazer as atualizações nas redes LTE para suportar o NB-LTE na comunicação máquina-a-máquina (M2M).

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Disney desenvolve tecnologia que permite a luzes LED se comunicarem

Por:
11 de setembro de 2015 às 8:58                      

Há alguns anos, existem dispositivos que usam luzes piscantes para transmitir dados, através de uma tecnologia chamada Li-Fi. Pesquisadores da Disney resolveram seguir o exemplo, desenvolvendo uma forma de comunicação entre dispositivos com luzes LED que piscam mais rápido que o olho humano.
A aplicação parece apenas focada em brinquedos no momento (é a Disney, afinal de contas), mas a tecnologia não deixa de ser impressionante. Diferente de luzes incandescentes e fluorescentes, o brilho da luz LED pode ser controlado com extrema precisão. Em outras palavras, elas podem se ligar e desligar de maneira muito rápida, mais do que o olho humano pode detectar.
Além disso, as luzes LED podem detectar iluminação – como se fossem um fotodiodo – de forma tão efetiva quanto podem produzi-la.
1423280201312294436
Da mesma forma que dois navios podem se comunicar durante a noite com código Morse, ou da forma que sinais digitais correm por cabos de fibra ótica por pulsos de luz, os dois dispositivos podem se comunicar secretamente usando luz visível gerada por LED. E é por isso que a Disney Research chama a tecnologia de Comunicação por Luz Visível.
Exemplos simples disso incluem um carro de brinquedo que ganha vida ao ficar sob uma lâmpada, ou lâmpadas LED que se iluminam em um vestido conforme são tocadas por uma varinha que também contém uma lâmpada LED em sua ponta.
1423280201360479524
Mas com um adaptador simples e barato na entrada de fone de ouvido, um smartphone ou tablet pode receber sinais de luzes LED, até mesmo ondas invisíveis ao olho humano.
Então, como exemplo, luzes LED invisíveis podem ser configuradas em um supermercado e automaticamente enviar notificações sobre alguma promoção para o seu celular enquanto você faz compras. E dado que a tecnologia LED tem se tornado barata e comum, a Comunicação por Luz Visível pode um dia ser implementada à NFC ou outros protocolos de comunicação ganhando popularidade. [Disney Research]
http://www.disneyresearch.com/wp-content/uploads/Pub_InvisibleLightCommunication_Siggraph14_video.mp4

AT&T adds Jaguar Land Rover to fleet of connected car partnerships


The company also unveiled a personal security service as an add-on to its Digital Life home security offering.
AT&T began connecting Range Rover Sport models with a cellular radio this month. Jaguar Land Rover
LAS VEGAS -- AT&T's mission to connect every car on the road keeps rolling.
The nation's second-largest wireless carrier said on Thursday that it had signed a multi-year deal to provide a cellular connection to Jaguar Land Rover's vehicles. AT&T said it began offering a wireless connection to Range Rover and Range Rover Sport models this month. AT&T Mobility CEO Glenn Lurie is set to talk about the deal in his keynote address at the CTIA Wireless industry trade show later today.
It's the latest win by AT&T, which has aggressively pushed to add a wireless connection to several major auto makers, including General Motors, Audi, Tesla and others. AT&T sees connected cars as alternative growth engine as its core smartphone business starts to cool down amid mounting industry competition.
Like other connected car deals, AT&T will provide a cellular connection to power Jaguar Land Rover's navigation and suite of apps, as well as provide a Wi-Fi hotspot for its cars. Passengers with smartphones or tablets could ride on that Wi-Fi hotspot.
AT&T customers with a connected Land Rover or Jaguar can pay an additional $10 a month to add their vehicle to a Mobile Share Value family plan. Or they can pay $5 a day for 250 megabytes of data or 30-day passes that range between $10 and $50 a month. A 12 month, 10 gigabyte plan costs $199 a year. Jaguar didn't provide details on how non-AT&T customers could sign up for the service.

Personal security

AT&T also said it was building upon its Digital Life security service by offering a Personal Security app, offering monitoring services and support on the road.
The app allows customers to trigger a one-click alert to contact a Digital Life security-monitoring center in case of an emergency. The security center will be able to dispatch emergency services, as well as provide additional information such as specific medical conditions like allergies.
Users can also opt to let the monitoring center view live audio and video of their condition to get a better sense of the situation. You will also be able to set a timer that will trigger an alert unless cancelled, which might provide someone with an extra measure of comfort when walking through a dark, deserted parking lot.
There's also a messaging feature that allows people to alerts with status updates along with location information, as well as a mapping feature that shows your location and the location of your family members.
AT&T will offer the service as a free trial to existing Digital Life subscribers starting in November. 

Por compartilhamento, elétricas poderão ficar com 30% das receitas com postes


Luís Osvaldo Grossmann ... 27/08/2015 ... Convergência Digital
Avança no Senado Federal um projeto de lei que mexe no mecanismo de modicidade tarifaria do setor elétrico com vistas a incentivar o compartilhamento de infraestrutura, notadamente dos postes das distribuidoras, com operadoras de telecomunicações.
Trata-se do PLS 428/14, do ex-senador Aníbal Diniz (PT-AC), agora à caminho da Anatel. A proposta modifica a lei das concessões (8987/95) e insere um parágrafo no artigo 11 para dizer que as receitas alternativas, complementares ou acessórias à concessão “serão revertidas em favor da modicidade tarifária, observado o limite máximo de 70%, nos termos do regulamento.”
Na prática, é o resgate de algo que o Ministério das Comunicações tentou fazer há três anos, via Decreto, ainda na negociação sobre os preços dos postes alugados pelas elétricas à telecom. Na época, chegou a ser cogitada uma inversão na modicidade com a possibilidade de que as concessionárias de energia capturassem até 70% das receitas alternativas, como o aluguel dos postes.
“As atuais regras do setor elétrico relacionadas à modicidade tarifária acabam por gerar dificuldades no compartilhamento da infraestrutura desse setor com os demais. De acordo com as normas da Agência Nacional de Energia Elétrica, 90% das receitas devem ser revertidas em favor do consumidor e apenas 10% dessas receitas ficam com suas detentoras”, argumenta Aníbal Diniz.
Segundo ele, “o percentual da receita que fica com a prestadora de serviço do setor elétrico é insuficiente para cobrir as despesas decorrentes do próprio compartilhamento, configurando-se em verdadeiro desincentivo à atividade que deveria ser estimulada pelo poder público”. Daí a ideia de autorizar, por lei, que as elétricas capturem até 30% das receitas indiretas.

Aprovado na Comissão de Infraestrutura do Senado nesta quarta-feira, 26/8, o PLS 428/14 ainda será apreciado pelas comissões de Ciência e Tecnologia e de Assuntos Econômicos, a quem cabe votação terminativa antes de a proposta seguir para a Câmara dos Deputados.